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sexta-feira, 6 de agosto de 2010

Pastor e membros de igreja são mortos a tiros


PAQUISTÃO (14º) - No dia 15 de julho, 12 homens encapuzados assassinaram cinco cristãos que saíam de sua igreja, dois meses após os líderes receberem cartas com ameaças de um grupo extremista muçulmano.

O pastor Aaron John e os membros da igreja Evangelho Pleno, Rohail Bhatti, Salman John, Abid Gill e Shamin Mall saíam da igreja após uma reunião para discutir questões de segurança por causa das ameaças que haviam recebido, conta o filho do pastor, Shahid John.

“Quando saímos da igreja, doze homens atiraram contra nós”, conta Shahid John, que sobreviveu ao ferimento à bala em seu braço. “O medo dominou a área. A polícia chegou 45 minutos após o incidente, e esperamos mais 45 minutos até a ambulância chegar”.

Além de Shahid John, mais cinco pessoas ficaram feridas durante o ataque.

Em maio, os líderes da igreja receberam uma carta do grupo extremista Sip-e-Sahaba, alertando os cristãos a deixarem a área, diz Kiran Rohail.

Os grupos extremistas Sip-e-Sahaba e Tehrik estão ligados à madrassa (escola muçulmana) local, e os alunos têm ameaçado a igreja desde 2008.

Os homens encapuzados tinham a mesma aparência física de jovens, como os alunos da escola, e a maneira como atacaram indicou que eles eram extremistas treinados.

O pastor John e Bhatti relataram as ameaças dos dois últimos anos para a polícia, mas os oficiais não os levaram a sério.

No dia 15 de julho, o pastor convocou uma reunião para discutir medidas de segurança, conta sua viúva Naila John. A reunião terminou por volta das 19h30, quando eles saíram do templo e foram baleados.

“Nenhum boletim de ocorrência foi registrado, por causa da pressão dos grupos muçulmanos. A polícia coletou nossos depoimentos, mas não tomaram mais nenhuma atitude”.

Uma fonte do governo confirmou as mortes dos cristãos, e acrescentou que a pressão dos muçulmanos impediu que a mídia relatasse o caso.

A igreja foi aberta em 1988, e o pastor John a liderava desde 2001.


Tradução: Missão Portas Abertas

Fonte: Compass Direct

http://www.portasabertas.org.br/noticias/noticia.asp?ID=6399

Entrevista com diretor de filme sobre mártir iraniano

Haik Hovsepian, pastor martirizado em 1994

IRÃ (2ª) - Joseph Hovsepian nasceu em 1973 no Irã. Ele começou filmando e editando um evento aos 17 anos, e finalmente se interessou e encarou o desafio de entrar no campo do cinema. Depois do martírio de seu pai em 1994 no Irã, dirigiu seu foco para filmes com temas espirituais. Joseph estudou Cinema e Filmagem na escola de Arte Guildford, na Inglaterra, e desde 1998 trabalha integralmente produzindo e dirigindo filmes. Logo após imigrar para a Califórnia, em 2000, Joseph Hovsepian fundou a JFA Produções (Joseph Film & Animation, LLC) e tem produzido desde então projetos independentes e trabalhos marcantes para TV e estações a cabo.

Por que você escolheu contar a história de seu pai por meio de um documentário em vez de criar um filme biográfico com a encenação de sua vida e martírio?

O documentário é mais real. E, em nosso caso, tínhamos muitos materiais de vídeo da vida de meu pai e sobre a situação no Irã; foi a melhor escolha. Com um custo sensato, foi também adequado para o nosso orçamento. Todavia, espero que um dia eu tenha a oportunidade e o orçamento para produzi-lo seguindo as características de filme.

O que você ganhou criando um documentário que seria perdido num filme biográfico? Que mensagem ou informação o formato de documentário permite transmitir?

Testemunhos e entrevistas permitem que o documentário tenha uma ampla perspectiva de dimensão, cultura e globalização. O mais importante é que o documentário pode descrever melhor a real característica de meu pai, Haik Hovsepian, dando oportunidade à plateia de encontrar um verdadeiro herói e observá-lo em cada parte da historia, até seu martírio.

Através desse documentário, o espectador pode ouvir sua voz, cantando, e seu amor pela família, amigos e inimigos. Então, não poderiam existir dúvidas na mente do espectador sobre o modo como o ator está retratando o verdadeiro Haik Hovsepian.

A Cry from Iran foi filmado em cinco países diferentes e seis estados nos Estados Unidos. Quantos dias foram necessários para a filmagem?

Nós gastamos mais de dois meses filmando e viajando pelos Estados Unidos e demais locais de filmagem, exceto o Irã. Os clipes do Irã ocorreram dentro de um longo período de tempo, anos antes de iniciarmos a edição do filme. Alguns desses clipes foram trazidos para os Estados Unidos por nós mesmos, e alguns foram enviados mais tarde.

Porque a Turquia foi escolhida para a filmagem dos fatos ocorridos?

Certas regiões da Turquia são muito similares ao Irã. A forma como as pessoas se vestem, a postura das mulheres de cobrir suas cabeças, o fluxo de pessoas, todas essas características são similares. Existia também menos limitações e perigo para nós, comparado com o Irã. Nós também tínhamos acesso a muitas pessoas na Turquia que estavam motivadas a contribuir com esse projeto, como extras ou assistentes de produção.

As entrevistas nesse documentário são cuidadosa e perfeitamente entrelaçadas com imagens, refilmagens e sonoplastia dirigidas por seu irmão André. Qual é a experiência dele em edição?

Quando adolescente, em 2003, André Hovsepian começou editando shows de TV e logo demonstrou ser uma pessoa com visão única, capaz de ver o poder da criação no drama. Quando chegou o momento de editar A Cry from Iran, ele já tinha experiência e estava treinado.

Nesse documentário, André viu cenas de nosso pai que ele não tinha visto na vida real, porque tinha somente 10 anos quando meu pai foi martirizado. O processo de edição desse filme foi uma nova chance para André ver papai quadro a quadro e conhecê-lo um pouco mais.
Que processo você usou para selecionar mais de 200 horas de imagens e escolher quais clipes deveria usar no documentário?

Essa foi a parte mais difícil do processo para nós. Tivemos que separar nosso envolvimento do documentário. Tínhamos que considerar a melhor forma de contar toda a história pensando no que deveria ser política e socialmente correto.

Nós concluímos o projeto com um documentário de duas horas. Então teríamos o período mais difícil, de ‘cirurgia’, para cortar 55 minutos. Nós tivemos que agir de forma consistente para cortar passagens repetitivas ou que não seriam úteis para os espectadores. Fomos agraciados, pois tínhamos pessoas em nossa equipe que não estavam ligados emocionalmente a Haik Hovsepian. Eles compartilharam conosco honestamente suas opiniões sobre os vídeos que deveriam ser cortados.

Como a Portas Abertas Internacional tornou-se a produtora executiva desse documentário? Vocês os encontraram ou eles te encontraram?

Isso é muito interessante – como se esse encontro fosse pré-planejado nos céus. Eu nunca soube que a Portas Abertas Internacional tinha interesse por filmes. Eu entrei em contato primeiro com a Voz dos Mártires, mas, após várias discussões, ao contrário de nossa expectativa, eles não puderam assumir esse projeto.

Após alguns meses, o irmão Johan da Portas Abertas nos visitou e, como se fôssemos amigos há tempos, a ideia desse projeto nasceu. Ele solicitou que enviasse uma proposta para a gerência da Portas Abertas Internacional e eu o fiz. Semanas mais tarde, nós estávamos iniciando o projeto, e eu estava realmente motivado pela porta que o Senhor abriu, uma porta que eu não esperava. Nesse caso, o Senhor realmente abriu as portas, por meio da Portas Abertas.

Como o Senhor te preparou para iniciar e finalizar a produção de A Cry from Iran por meio de experiências da vida que te conduziram para dirigir esse projeto?

Eu penso que foi um processo de restauração bem como de desafio para nós. Eu queria fazer esse projeto desde o martírio de meu pai, mas é como se Deus quisesse que estivéssemos emocionalmente preparados. Esse período de tempo nos deu a oportunidade de nos encontrarmos nos braços do Senhor novamente, para estarmos certos de que foi nos dado tempo para sermos treinados e para que adquiríssemos habilidades necessárias para nos desligar emocionalmente desse projeto. Isso também nos permitiu considerar os Estados Unidos para viver e trabalhar.

Como foi reviver e filmar os eventos que envolveram o assassinato de seu pai? Houve momentos em que você e seu irmão sentiram que não seria possível dar continuidade ao projeto?
Como eu compartilhei no documentário, ver meu pai totalmente ensanguentado deixou-me em choque, como uma foto na minha mente que causou efeitos por longo tempo. Mas sempre confiei que o Espírito Santo é o poder que ajuda a superar qualquer coisa, mesmo as piores tragédias. Na noite antes da filmagem do martírio, eu estava nervoso, mas dediquei mais tempo orando e focando nos resultados que o filme poderia ter. Eu olhava para o futuro mais do que para o passado.

No dia de filmar a cena do assassinato, quando o responsável pela maquiagem estava preparando a camisa ensanguentada nas cicatrizes de faca e golpes no corpo, eu de repente percebi que meu irmão André Hovsepian sumiu. Eu procurei por ele, e alguns minutos mais tarde o encontrei no banheiro com lágrimas nos olhos. O ator que fez o papel de meu pai naquela cena era exatamente como ele. E a maquiagem foi cuidadosamente preparada para ser fiel às contusões que ele sofreu, cicatrizes e golpes conforme as fotos originais do assassinato. Era como se nós tivéssemos visto o martírio de meu pai naquele momento, diante dos nossos olhos.

Qual foi o maior obstáculo que você enfrentou durante o processo de filmagem e como você superou isso?

Nós enviamos um equipamento especial de filmagens para um amigo no Irã. Então ele faria algumas das filmagens lá, porque nós precisávamos de algumas cenas no formato HD. Essa pessoa filmou quase tudo o que foi solicitado, mas, um pouco antes de nos enviar a filmagem, ele se envolveu com trabalhos evangelísticos e outras atividades da igreja. Tivemos que esperar ansiosamente para que eles pudessem nos ajudar, pois era o único contato de trabalho. Infelizmente ele não pôde nos ajudar a tempo e tivemos que usar a filmagem em SD para cobrir a parte que precisávamos.

Qual foi a lição mais significativa que Deus te ensinou, em seu lado pessoal, durante a filmagem de A Cry from Iran?

Que Ele é fiel a mim agora e sempre será. Ele permitiu que eu pudesse realizar o desejo do meu coração de fazer esse filme. Ele me ensinou a confiar Nele em todas as circunstâncias de minha vida. E, finalmente, por meio desse filme, Ele permitiu mais uma vez que eu vivesse com meu pai, quadro a quadro, e me deixou ver o herói que ele foi, e ter a certeza de que eu vou me encontrar com ele novamente no céu.

A história do acidente de carro, onde seus pais perderam seu primeiro filho, que na época era o único, e o casal de missionários que estava com eles que perdeu os três filhos, foi extremamente comovente. Como seus pais falavam com vocês desse assunto?

Considerando que eu nasci quatro anos após o acidente, eu vi a reação durante muito tempo. No entanto, sempre que o nome do meu irmão era citado, sempre vinha acompanhado de referências ao céu, e como em breve iríamos encontrá-lo lá. Ele seria quatro anos mais velho do que eu; muitas vezes calculávamos quantos anos ele teria. Mas, geralmente, meus pais eram calmos sobre esse assunto, o que fez com que eu percebesse como o céu era muito próximo para eles.

Pela sua estimativa, quantas pessoas foram tocadas diretamente por seu pai, por seu testemunho de vida, de pregação, ensinamento e trabalho social?

Eu acredito que no mínimo alguns milhares. Isso no tempo em que a Igreja não era grande. Mas muitas pessoas, mesmo no oeste, foram abençoadas por seus sermões e suas conferências pelo mundo. Muitos muçulmanos no Irã, nas regiões de terremoto, foram abençoados por sua ajuda. Os refugiados curdos também foram abençoados por sua ajuda.
Quantos membros de sua família (irmãos, tios etc.) são pastores, apesar do que aconteceu com seu pai?

Todos os irmãos de meu pai (meus três tios) são pastores. E minha família por completo está de alguma forma envolvida com a pregação do evangelho. Meus dois irmãos e eu não temos o título de pastor, mas nos últimos anos nós temos pregado na TV via satélite. Algumas vezes pregamos e compartilhamos a mensagem em diferentes mídias, tornando-a mais atrativa e fácil de comunicar aos iranianos e para o mundo de língua farsi.
Como as pessoas nos Estados Unidos, cristãos e não cristãos, reagiram em relação ao filme?

Além de nossas expectativas. Naturalmente, os cristãos encontraram grande inspiração para sua fé e caminhada com o Senhor por meio dessa história. Eles têm sido desafiados na fé, no perdão, na missão e no cuidado com as áreas de perseguição no mundo. Esse filme tem sido visto constantemente em pequenas e grandes igrejas do mundo como uma ferramenta para a igreja local. Algumas igrejas têm nos convidado para compartilhar após assistir o filme. A TBN já veiculou o filme oito vezes, e milhões de pessoas foram tocadas.

Os não cristãos têm sido profundamente tocados pelo filme e alguns já se converteram por meio dele. Vale a pena mencionar que os muçulmanos pelo mundo, incluindo o Irã, têm amado o filme, e alguns deles distribuem o filme pela vizinhança. Eles não consideraram este filme uma ameaça, ataque, ou vingança ao Islã, mas uma mensagem de amor e sacrifício.

Eu tenho sido convidado por vários canais de TV e programas de rádio de comunidades muçulmanas e sou bem recebido por eles.

Como é a condição do cristianismo no Irã atualmente? Como os cristãos ocidentais podem orar pelos cristãos do Irã? Como podemos orar pelos muçulmanos no Irã?

Eles estão sedentos por conhecer Jesus. Enquanto o governo e os líderes fanáticos ainda criam problemas para qualquer pessoa cruzar a linha da religião, a média dos muçulmanos mostra grande abertura para ouvir sobre a Bíblia e sobre Jesus Cristo.

O número de cristãos no Irã não é exato, mas está na faixa de milhares e milhares. Nós no oeste precisamos orar pela proteção de Deus e força para suas vidas. Nós precisamos orar pedindo sabedoria de Deus, para que saibam como compartilhar sua fé em um país que na superficialidade está tão perto do evangelho, mas no fundo está completamente aberto a ele.

Nós também precisamos orar pelos muçulmanos no Irã, sabendo que eles desejam encontrar a verdade. Eles merecem ter um relacionamento com o Deus vivo. Nós precisamos orar para que o Santo Espírito toque seus corações e abra suas mentes, para que reconheçam a verdade entre as mentiras, pois eles têm sido enganados por décadas.

Quando sua família se mudou do Irã para os Estados Unidos? Por que vocês decidiram deixar o Irã?

Nós mudamos seis anos após o martírio de meu pai, no ano 2000. Depois que tudo passou, e de tudo o que havíamos feito por anos após a morte de meu pai para fortalecer e encorajar a igreja, sentimos que era o tempo para nós virmos para os Estados Unidos. Aqui, minha mãe pode estar com sua família, pois não tinha parentes no Irã.

Outro forte motivo para deixar o Irã foi para que pudéssemos servir no campo por meio da mídia da melhor forma, devido a todas as limitações. Hoje, o resultado de nosso ministério pela TV por satélite para o Irã mostra que foi válida a nossa decisão em 2000.

Seria possível produzir A Cry from Iran se ainda estivessem morando no Irã?

Não, de forma alguma. Com o controle governamental e o nível de perseguição, não haveria uma opção que pudesse passar pela nossa mente. A distância do país e o fato de fazermos o filme independentemente fez com que não tivesse ligação alguma entre o filme e a igreja local do Irã, anulando qualquer tipo de perigo ou ameaça para eles.

Qual é o próximo projeto da JFA Produções?

Céu e inferno – um filme característico adaptado para os iranianos. Nós ainda estamos discutindo se precisaremos ou não de ajuda para fazer algo similar em inglês. Nós estamos trabalhando no roteiro do filme e esperamos encontrar recursos que irão prover as necessidades para iniciar a produção. Por outro lado, estamos produzindo vídeos musicais cristãos, curtas e programas para a juventude, e algumas outras mídias de pacotes de discipulados para o crescimento das células nos lares do Irã. Algumas de nossas produções podem ser vistas previamente no site www.JFAproduction.com.

Você já pode adquirir o filme Irã: Um brado de fé em nosso catálogo de produtos!


Tradução: Lilian Ludovico Andrade

Fonte : Portas Abertas

terça-feira, 3 de agosto de 2010

A igreja e seu relacionamento com o mundo

Li algures que alguém foi procurar a igreja e a encontrou no mundo; foi procurar o mundo e o encontrou na igreja. A igreja é um povo chamado do mundo para ser enviada de volta ao mundo como luz do mundo. A igreja está no mundo, mas o mundo não pode estar na igreja, assim como a canoa está na água, mas a água não pode estar na canoa. Jesus, em sua oração sacerdotal falou-nos sobre essa relação da igreja com o mundo. Vamos mencionar aqui três pontos que Jesus destacou:


1. A igreja não é do mundo (Jo 17.14). “… o mundo os odiou, porque eles não pertencem ao mundo…”. A igreja de Deus não procede do mundo, por isso é odiada pelo mundo. Nascemos de cima, do alto, de Deus, do Espírito. O céu não é apenas nosso destino, mas também nossa origem. Somos estrangeiros e peregrinos no mundo. Aqui não é nosso lar permanente. Não podemos amar o mundo, pois aquele que ama o mundo, o amor do Pai não está nele. Não podemos ser amigos do mundo, pois quem quiser ser amigo do mundo, tornar-se-á inimigo de Deus. Não podemos nos conformar com o mundo para não sermos condenados com o mundo. É uma tolice, portanto, pensar que vamos conquistar o mundo imitando o mundo. Devemos viver uma contracultura. Devemos viver aqui como filhos da luz, como cidadãos dos céus.

2. A igreja é guardada do mundo (Jo 17.15). “Não oro para que os tires do mundo, mas sim, que os livres do mal”. Não somos eremitas que se escondem em mosteiros. Não somos tirados geográfica e fisicamente do mundo. Somos guardados no mundo e do mundo. Nosso ministério acontece aqui. Nossa luta é travada aqui. Estando no mundo, somos a luz do mundo. Vivendo aqui, somos o sal da terra. Não somos arrancados do mundo, mas protegidos do maligno, o príncipe do mundo. O mundo sempre irá nos odiar, porque não pertencemos ao mundo como Jesus não o pertence. Porque o mundo odeia Jesus, ele também odeia a igreja, porque Jesus está na igreja e com a igreja. Não obstante, sermos alvos do ódio do mundo e dos ataques do maligno, nós não precisamos temer, pois somos guardados e protegidos por Jesus. Não estamos envolvidos numa missão de risco. Não entramos nessa peleja com a possibilidade da derrota. Já somos mais do que vencedores em Cristo Jesus. Nossa segurança está nas mãos daquele que criou o universo e sustenta todas as coisas pela palavra do seu poder. Nele vivemos, nos movemos e existimos.

3. A igreja é enviada de volta ao mundo (Jo 17.18). “Da mesma maneira como me enviaste ao mundo, eu os enviei ao mundo”. A igreja não é do mundo, é chamada do mundo, é guardada do mundo, santificada no mundo e enviada de volta ao mundo como testemunha de Cristo. Assim como Jesus desceu do céu e se fez carne e habitou entre nós; assim como Ele se inseriu no meio dos homens, também, devemos estar presentes no mundo, não para sermos assimilados pelo mundo, amar o mundo, ser amigos do mundo e conformarmo-nos com ele, mas para sermos embaixadores de Deus, rogando aos homens que se reconciliem com Deus. A igreja é a agência do reino de Deus no mundo. A igreja é uma embaixada do céu na terra. O reino de Cristo não é deste mundo. O mundo vai passar e não temos aqui herança permanente. Nossa Pátria está no céu. Nossa herança está no céu. Vivemos aqui por causa da nossa missão. Nosso papel aqui é glorificar a Deus e anunciar sua glória entre as nações. Nossa missão é chamar os homens de todas as raças, povos, línguas e nações a se arrependerem e crer no Bendito Filho de Deus. Somos embaixadores de Cristo, arautos do Rei, ministros da reconciliação, portadores de boas notícias. Fomos tirados do império das trevas para sermos filhos da luz e luzeiros do mundo. Fomos arrancados da potestade de Satanás para anunciarmos ao mundo o reino da graça e o reino de glória do nosso grande Deus e Salvador Jesus Cristo. Fomos desarraigados deste mundo tenebroso para proclamarmos ao mundo que Cristo morreu, ressuscitou e vai voltar em majestade e glória para julgar os vivos e o mortos.

Rev. Hernandes Dias Lopes

segunda-feira, 2 de agosto de 2010

12 Razões para Eliminar o Entretenimento em sua Igreja


Alan Capriles

Sei que o entretenimento está tão enraizado na cultura evangélica, que parecerá um absurdo a tese que defendo. Mas, além de não estar sozinho na luta contra o "culto show", estou ainda muito bem acompanhado, por pastores renomados, como Charles Haddon Spurgeon, que no século XIX já havia escrito sobre este perigo, alertando que o fermento diabólico do entretenimento acabaria levedando toda a massa em curto espaço de tempo. E é neste estado de lastimável fermentação que se encontra a massa evangélica atual.

Hoje em dia é quase impossível que uma igreja não tenha conjuntos musicais, ou corais, ou grupos de coreografia, ou cantores para se apresentar durante o culto e nos eventos por ela realizados. Na maioria das igrejas o período de culto é tomado deste tipo de apresentações, com a desculpa de que "é pra Jesus". Mas, quando analisamos racionalmente, e a luz das Escrituras, a verdade é que tais apresentações não passam de entretenimento, com verniz de santidade e capa de religiosidade.

Que ninguém fique ofendido. Eu mesmo gostaria que alguém houvesse me alertado disso na época em que eu, cegamente, gastava horas com ensaios de conjuntos e de peças teatrais. E eu me convencia de que isto era a obra de Deus.

Mas, no fundo de meu coração, eu sabia que havia algo de errado, que não era nisto que Jesus esperava que seus discípulos se focassem, ou se esforçassem. Como ninguém me despertou, busquei a Deus em oração e o próprio Espírito Santo, por meio das Escrituras, convenceu-me do meu erro.

Desde então, tenho meditado tão seriamente a respeito disto, que encontrei mais de dez razões para eliminar por completo o entretenimento dos cultos na igreja que pastoreio. E já o fizemos! Substituímos o tempo que antes gastávamos com ensaios entre quatro paredes, pelo evangelismo bíblico na comunidade e pela oração nos lares. E, quanto às apresentações nos cultos... Sinceramente, não estão fazendo a menor falta.

Mas, vejamos porque o entretenimento deve ser eliminado dos cultos que realizamos ao Senhor:

1 - O Senhor nunca ordenou entreter as pessoas

Esta já seria uma razão suficiente, que dispensaria os demais argumentos. O problema é que raramente se encontra hoje uma igreja que queira ser bíblica, composta por membros que só desejem cumprir a vontade de Deus, expressa em sua Palavra. Assim sendo, talvez sejam necessários ainda os argumentos a seguir.

2 - Entretenimento não atrai ovelhas

Chamemos de ovelhas aqueles que realmente amam a Jesus, que reconhecem a voz do Senhor e o seguem (Jo 10:27). No entanto, a divulgação de apresentações na igreja dificilmente atrairá pessoas interessadas em Deus. Certamente será um atrativo para as que gostam de uma distração gratuita. Mas, podemos chamar a estas pessoas de ovelhas, ou não há uma grande chance de serem bodes? (Mt 25:32-33).

3 - Entretenimento afasta as ovelhas

As verdadeiras ovelhas não se satisfazem com apresentações durante o culto. Elas querem oração e palavra, edificação e unção. Uma ovelha de Cristo não procura emoções, mas a Verdade, para que se mantenha firme no caminho da vida eterna (Jo 6:67). Quanto mais o pastor encher o culto com apresentações, mais rápido as ovelhas sairão em busca de uma verdadeira igreja, que priorize a oração e a palavra de Deus. Aos poucos, a "igreja-teatro" deixará de ter ovelhas para estar ainda mais cheia, porém de bodes, que gostam de uma boa distração. E, infelizmente, o que muitos pastores buscam hoje é quantidade, o crescimento a qualquer custo. E, com este fermento, a massa realmente cresce...

4 - Entretenimento reduz o tempo de oração e palavra

O tempo de culto já é muito limitado, chegando a no máximo duas horas. Quando se dá oportunidade para apresentações, o tempo que deveria ser usado para se fazer orações e se pregar a palavra de Deus torna-se curtíssimo. Em algumas igrejas não chega nem a trinta minutos! Como desenvolver uma mensagem expositiva em tão curto espaço de tempo?

5 - Entretenimento confunde os visitantes

Os visitantes concluem que a igreja existe em função disto: conjuntos, corais, coreografias, peças teatrais, ou qualquer outro tipo de apresentação que torne o culto um show. E eles passam a freqüentar os cultos com esta expectativa, esperando pelo próximo espetáculo.

6 - Entretenimento ilude os membros

Os membros pensam que estão servindo a Deus com suas apresentações. Desta forma, sua consciência fica cauterizada para atender aos chamados para a escola bíblica, para o evangelismo e para socorrer os carentes. Afinal de contas, ele pensa que seu chamado é para as artes, e não para serviços que não lhe colocam debaixo dos holofotes (que, aliás, são muito comuns nas igrejas hoje em dia).

7 - Entretenimento é um desgaste desnecessário

Quanto esforço é despendido para que tudo saia perfeito! Uma energia que é gasta naquilo que o Senhor nunca mandou fazer! Será que ainda sobram forças para se fazer o que realmente o Senhor manda? (Lc 6:46).

8 - Entretenimento coloca os carnais em destaque

Pessoas que raramente aparecem nos cultos de oração e estudo bíblico, e que nunca comparecem ao evangelismo, geralmente são as mesmas que gostam de aparecer cantando, dançando ou representando nos cultos mais cheios. A questão é: Por que dar destaque justamente para estes membros carnais?

9 - Entretenimento promove disputas

Disputas entre membros, entre conjuntos e até entre igrejas. Quem canta melhor? Quem dança melhor? Que conjunto tem o uniforme mais bonito? Quem recebeu mais oportunidade? Quanta medíocre carnalidade... (1 Co 3:3; Tg 4:1).

10 - Entretenimento alimenta o ego

O entretenimento não gera fé, mas fortalece o ego dos que amam os aplausos e elogios. Apesar de sua roupagem "gospel", o fermento dos fariseus continua tão venenoso quanto nos dias de Jesus (Mt 23:5-6; Lc 12:1).

11 - Entretenimento é um desperdício de tempo

Se o mesmo tempo que as igrejas gastam com ensaios e apresentações fossem utilizadas com oração e evangelismo, este mundo já teria sido alcançado para o Senhor! (Ef 5:15-17).

12 - Entretenimento não é fazer a obra de Deus

A desculpa para o entretenimento é que este seria uma forma de atrair as pessoas. Mas a questão novamente é: que tipo de pessoas? Se entretenimento fosse uma boa alternativa, não teria a igreja apostólica usado de entretenimento para atrair as multidões? No entanto, ela simplesmente pregava o evangelho, porque sabia que nele há poder. O evangelho "é o poder de Deus para a salvação de todo aquele que crê" (Rm 1:16). Mas o entretenimento... O entretenimento é a artimanha do homem para a perdição de todo aquele que duvida.

Quero concluir com uma palavra aos pastores. De pastor, para pastor. Amado colega de ministério, não duvide do poder do evangelho para atrair e converter as pessoas. Não queira encher sua igreja com atividades vazias e atraentes ao mundo, mas que não tem o poder do Espírito Santo para converter vidas. Tenha coragem e limpe sua congregação desta imundície egocêntrica. Talvez com isto você perca alguns membros, mas não perderá ovelhas, somente bodes. Tenha fé em Deus e confie no modelo bíblico para encher a igreja, que é a oração, o bom testemunho e a pregação ousada do genuíno evangelho de Cristo. Lembre-se que "enquanto os homens procuram melhores métodos, Deus procura melhores homens."

Fonte: Genizah

sábado, 31 de julho de 2010

Santificação, a condição para as maravilhas divinas

O povo de Israel estava no limiar da terra prometida. As agruras do deserto haviam ficado para trás. Agora, era hora de cruzar o Jordão e tomar posse da terra prometida. Mas, havia condições a serem observadas. Josué diz ao povo: “Santificai-vos, porque amanhã o Senhor fará maravilhas no meio de vós” (Js 3.5). Destacamos à luz desse verso cinco verdades importantes:

1. A santificação é uma ordem expressa de Deus. A ordem de Deus é meridianamente clara: “Santificai-vos”. Sem santificação ninguém pode ver a Deus. Sem santificação não existe comunhão com Deus, pois Deus é luz e só os puros de coração poderão vê-lo face a face. Deus nos chamou do pecado para a santidade. Ele nos salvou do pecado e não no pecado. Aqueles que são de Deus apartam-se do pecado e deleitam-se na santidade. O povo de Deus é um povo santo chamado para a santidade. Somos santos posicionalmente, mas devemos nos santificar processualmente. O mesmo Deus que trabalhou por nós na redenção, trabalha em nós na santificação.

2. A santificação é uma condição para as maravilhas de Deus. “Santificai-vos, porque amanhã o Senhor fará maravilhas no meio de vós”. Nós somos as nossas próprias ferramentas. Deus utiliza, não grandes talentos, mas vasos limpos. Deus usa homens e mulheres que buscam a santidade. A vitória de Israel sobre seus inimigos não seria resultado de seus esforços humanos, mas da intervenção divina. As maravilhas divinas deveriam ser precedidas pela santificação do seu povo. É a santidade que abre caminho para as maravilhas divinas. Se queremos ver as manifestações portentosas de Deus em nós e através de nós, deveremos, então, santificar nossa vida. O pecado nos afasta de Deus e atrai sobre nós vergonha e opróbrio, mas a santificação é o caminho da comunhão e da honra.

3. A santificação é uma exigência para todo o povo de Deus. Josué é enfático: “Santificai-vos”. A ordem divina era para os sacerdotes, para os levitas, para os homens, mulheres e crianças. Todo o povo de Deus deve ser santo. Todos precisam buscar a santificação como o seu maior tesouro. Devemos desejar Deus mais do que suas bênçãos. Devemos buscar a semelhança com Cristo mais do que o sucesso. Devemos querer Deus mais do que as maravilhas divinas. A medida que cuidamos da causa, a santificação, experimentamos o resultado, as maravilhas de Deus.

4. A santificação é uma exigência para ser observada hoje. Se Deus vai fazer maravilhas amanhã e se a condição indispensável para essas maravilhas é a santificação do povo, então, devemos nos santificar hoje. Não podemos adiar essa ordenança divina. A santificação é para hoje e não apenas para a eternidade. Na eternidade seremos glorificados. Mas, aqui começa o processo da santificação. Hoje é o dia de nos consagrarmos a Deus. Agora é o tempo de colocarmos tudo sobre o altar e voltarmo-nos para o Senhor de todo o nosso coração.

5. A santificação torna o povo de Deus o receptáculo das maravilhas divinas. Quando o povo de Deus se santifica, Deus opera maravilhas em seu meio. As maravilhas divinas não são feitas apenas por nós, mas, sobretudo, em nós. Somos o receptáculo dessas maravilhas e em seguida, os instrumentos por meio dos quais essas bênçãos fluem para o mundo. Somos abençoados para sermos abençoadores. Pela santificação tornamo-nos imitadores de Deus e canais das bênçãos de Deus para o mundo inteiro.

Rev. Hernandes Dias Lopes

Fonte: http://hernandesdiaslopes.com.br/2010/06/santificacao-a-condicao-para-as-maravilhas-divinas/

A Filha do Pastor (Preacher' Kid)


Sinopse: Cansada de ser a filha do pastor buscando mais experiência de vida, Angie King sai de casa pela primeira vez e junta-se a turnê de um grupo de gospel. Nessa fábula moderna do Filho Pródigo, Filme A Filha Do Pastor ela logo descobrirá que a vida na estrada pode ser mais difícil mas nada é tão amedrontador quando voltar para casa sem nada à mostrar ou pior, voltar a ter um pai que não a ama mais….

INFORMAÇÕES DO FILME
Ano de Lançamento: 2010
Nome: A Filha Do Pastor
Gênero: Drama
Duração: 110 Min

Comentário de quem assistiu:

Eu mesmo assisti e recomendo. É muito bom, serve de lição para os jovens e adolescentes que querem sair de casa, conhecer o mundo e se adaptar a ele, e depois quebram a cara.

Quem for assistir, recomendo que peguem um bom estoque de lenços.

Abraços!

terça-feira, 27 de julho de 2010

Butão propõe lei "anti-conversão"


BUTÃO (12º) Os cristãos desta nação himalaia, ainda desejosos de praticar abertamente sua fé, ficaram desanimados este mês quando o governo propôs o tipo de lei “anti-conversão” que outras nações têm usado como pretexto para acusar falsamente os cristãos de “coerção”.

O projeto de lei puniria o “proselitismo” que “usa coerção ou outras formas de persuasão”, o que suficientemente articulado, assim temem os cristãos, poderia ser usado pelos vigilantes para colocá-los na prisão por seguir os mandamentos de Cristo de alimentar, vestir e cuidar dos pobres.

“Agora, de acordo com a seção 463 [do código penal do Butão], um réu poderá ser culpado do crime de proselitismo se usar coerção ou outras formas de persuasão para causar a conversão de uma pessoa de uma religião ou fé para outra”, relatou o jornal do governo Kuensel em nove de julho.

“Sempre houve uma lei anti-conversão virtual em vigor, mas, agora, está também no papel”, disse o pastor titular de Thimphu sob condição de anonimato. “Aparentemente, ela visa controlar o crescimento do cristianismo”.

Kuenlay Tshering, membro do Parlamento do Butão e dirigente do conselho legislativo, disse à Compass Direct News que a nova seção está consoante o artigo 7(4) da constituição do Reino do Butão, que afirma: “Um cidadão butanês terá o direito a liberdade de pensamento, consciência e religião. Nenhuma pessoa será compelida a pertencer a outra fé por meios de coerção ou persuasão”.

Ele disse que o Conselho Nacional tinha proposto que os crimes sob a proposta sejam classificados como delitos, puníveis de um a menos de três anos na prisão.

Kuenlay disse que o projeto de lei “deve ser aprovado durante a próxima sessão do Parlamento, após a Assembleia Nacional deliberar sobre ela na sessão de inverno”.

Perguntado se estava ciente de que leis “anti-conversão” similares na vizinha Índia tinham sido usadas incorretamente para perturbar os cristãos através de termos vagos de “persuasão”, ele disse que não.

As autoridades normalmente agem com base em queixas de moradores contra obreiros cristãos. Então, queixas fúteis podem levar a sua prisão, disse outro pastor que solicitou anonimato.

Das 683.407 pessoas no Butão, mais de 75 porcento são budistas, principalmente do leste e do oeste. Os hindus, a maioria nepaleses étnicos do sul do Butão, são aproximadamente 22 porcento da população.

Há cerca de seis mil cristãos, a maioria nepaleses étnicos, mas não há nenhum prédio de igreja nem instituição cristã registrada. Entretanto, a bíblia tem sido traduzida no idioma nacional, Dzongkha, assim como para o nepalês.

A constituição garante liberdade religiosa, mas o governo não reconhece oficialmente a presença de cristãos, cuja prática da fé permanece confinada a seus lares.

A escola Drukpa Kagyue de budismo mahayana é a religião do Estado, com o hinduísmo dominante no sul, de acordo com o site oficial do Butão, que acrescenta: “Alguns remanescentes de bon, animismo e xamanismo ainda existem em alguns bolsões do país”, mas não faz nenhuma menção ao cristianismo.

A despeito disso, desde que o Butão se tornou uma democraia em 2008, após as primeiras eleições de sua história, seguindo-se mais de cem anos de monarquia absoluta, as pessoas têm exercitado mais liberdade, incluindo a escolha religiosa.

Tradução: Getúlio Cidade

Fonte: Compass Direct

http://www.portasabertas.org.br/noticias/noticia.asp?ID=6382

quinta-feira, 22 de julho de 2010

Cristão recém-convertido tem sua fé desafiada


BANGLADESH (45º) - Apenas três meses após Rafiqul ter escolhido seguir a Jesus, ele perdeu tudo: casa, profissão, e até seu pastor.

Demorou diversos meses para que o muçulmano decidisse dar um passo tão ousado para o vilarejo em que morava, no distrito de Kurigram. Lar de diversos partidos políticos muçulmanos, o vilarejo possui uma madrassah (escola islâmica) renomada, e a maior parte dos moradores estão ligados a partidos políticos muçulmanos.

Rafiqul ouviu sobre Jesus de Ismail Mia, um ex-imam (líder muçulmano e professor) que se tornou pastor. Ismail era muito estudado nos ensinamentos do Alcorão e da Bíblia, então eles conversavam durante horas sobre as duas religiões.

Quando eles começaram as conversas, Rafiqul havia acabado de sair da prisão em Dhaka, onde estava preso por tráfico de drogas. Após sua liberação, em 2008, ele decidiu abandonar o tráfico.

Com o tempo, a verdade do evangelho que Ismail compartilhava com ele atingiu seu coração. A transformação espiritual de Rafiqul foi lenta, mas ele continuou progredindo. Após seu batismo em janeiro de 2010, com mais outros ex-muçulmanos, ele se comprometeu a mudar suas atitudes, se recusando a vender drogas novamente.

Rafiqul iniciou um grupo de estudo em sua casa, e logo Ismail se juntou a eles. Um dia, os moradores foram até a casa de Rafqul saber o que estava acontecendo e ouviram Ismail citar versos do Alcorão e compará-los com a Bíblia. Logo começaram a questionar:

“Você trouxe esse Alcorão cristão [Bíblia]. Onde está o livro original?”, perguntaram. Ismail respondeu: “Aqui está o Alcorão original”, batendo levemente no livro. O ato do pastor irritou um jovem na multidão que gritou “Ismail desonrou o Alcorão!”, abraçando sua própria cópia do livro. Como uma onda, a reação do jovem incitou os outros ouvintes.

Antes que Rafiqul percebesse, pedras, sapatos e galhos começaram a ser lançados contra sua casa. A multidão gritava: “Não queremos mais conversões! Não queremos mais o cristianismo!”.

Enquanto isso, o pastor Ismail e seus convidados ficaram sob custódia para sua própria segurança.

Juntamente com sua esposa e dois filhos, Rafiqul se abrigou na casa de um amigo, pois sua casa foi completamente destruída.

Após o ataque, o pastor Ismail foi tão pressionado por seus filhos que interrompeu seu ministério entre ex-muçulmanos.

Como resultado, muitos dos 22 cristãos que se batizaram com Rafiqul ficaram desencorajados, com medo por suas vidas e suas famílias. Alguns estão com medo demais, e não têm coragem para se reunir. Eles precisam de um líder, enquanto oram para que o pastor restaure seu relacionamento com Cristo.

Tradução: Missão Portas Abertas

Fonte: Portas Abertas

http://www.portasabertas.org.br/noticias/noticia.asp?ID=6369

terça-feira, 20 de julho de 2010

Ao Sentir - Grupo Elo

Esta canção também foi tocada pelo Grupo Logos. É com grande alegria que apresento aos leitores e ouvintes mais esta pérola tirada do fundo do baú das minhas preciosidades!




Ao sentir o mundo ao meu redor
Nada ví que pudesse ser real
Percebí que todos buscam paz, porém em vão
Pois naquilo que procuram não há solução,não há solução..

(Refrão)

Só em Jesus, a paz real eu pude encontrar,
O Seu amor pude experimentar,
Me entreguei a Cristo, e a vida etena vou gozar..

Posso ver que você não é feliz...
Vou dizer que não podes ser feliz
Se continuar a procurar em vão
Por caminhos que não trazem solução, não trazem solução

(Refrão)

Só em Jesus, a paz real você vai encontrar,
O Seu amor vai experimentar,
Venha a Jesus Cristo, e a vida etena vai gozar..(2 x)

domingo, 18 de julho de 2010

Vídeo: David Wilkerson chora pela igreja


"E disse-lhe o Senhor: Passa pelo meio da cidade, pelo meio de Jerusalém, e marca com um sinal as testas dos homens que suspiram e que gemem por causa de todas as abominações que se cometem no meio dela". (Ezequiel 9:4)

Neste texto, substitua, sem problemas, a palavra "Jerusalém" por "Igreja", o sentido será o mesmo.

Eu também suspiro e gemo por causa das abominações que se cometem no meio dela.


Vem logo, Senhor Jesus!


Agora, veja o vídeo abaixo...

sábado, 17 de julho de 2010

Justiça!




"Quando disseste: Buscai o meu rosto; o meu coração te disse a ti: O teu rosto, Senhor, buscarei" (Salmos 27:8).

Recentemente, tenho lido notícias nada animadora nos jornais e na internet. Uma delas foi a condenação em primeira e segunda instâncias para um segurança que matou um pitbull que tentou atacar sua cadelinha pinchner e a sua esposa, debilitada por uma cirurgia.

Lendo o texto me pergunto se ainda é possível acreditar na justiça dos homens, quando precisarmos dela. A justiça de Deus eu não deixo de confiar, pois sei que ela já foi decretada. Mas, enquanto estivermos aqui neste mundo, o que fazer?

Li também que os acusados de assassinato da jovem Eliza Samudio são evangélicos. As amantes do suspeito também são, a esposa dele também. Que mundo vivemos?

Se nesse caso for verdade que eles são evangélicos, então eu não quero mais ser evangélico. Todos agora são evangélicos. Até atriz pornô, ladrões, assassinos, estupradores e, mesmo o diabo, são evangélicos.

O termo evangélico está tão em voga que perdeu o sentido. Quem atravessa a porta de um templo é chamado evangélico. Quem tem uma Bíblia na mão é automaticamente tido por evangélico.

Tudo bem, que sejam evangélicos. Mas mais importante do que ser evangélico é ser Cristão renascido, pelo sangue de Cristo, que a cada dia carrega sua cruz.

Todos os dias o Cristão renascido busca a face de Deus pedindo justiça neste mundo governado pelo reino das trevas, que joga no cárcere os inocentes e soltam os culpados, oprimem os pobres e exaltam os poderosos.

Meus olhos estão buscando a face do Senhor Deus.

sexta-feira, 16 de julho de 2010

Líder muçulmano se converte e muitos seguem seu exemplo

ÁFRICA - Fay cresceu como um muçulmano devotado, na cidade de Rafal, fronteira com o Sudão. Ele não era apenas um seguidor do islamismo, mas também um chefe muçulmano respeitado.

A constituição da República Central Africana (CAR) permite a escolha de religião. No entanto, devido à sua localização, o país está exposto à opressão islâmica da fronteira com Chade no norte, até a com o Sudão, no leste. A pobreza no país também provocou um crescimento para o islamismo, pois muitas ONGs e escolas divulgam o islamismo entre os mais pobres, através da ajuda e educação.

A Assembleia Nacional é formada 50% por representantes muçulmanos, o que fortalece o islamismo. Além disso, muitos muçulmanos tomaram, à força, terras de cristãos, e o governo ignorou o fato.

Para Fay, a vida em Rafal era pacífica. Valorizado entre os muçulmanos por ser líder, ele vivia uma vida tranquila. Mas o Senhor tinha planos melhores para ele, que foram apresentados em forma de aparente dificuldade. Fay ficou doente.

Após muito tempo de cama, e sem encontrar uma cura para a doença, Fay , desesperado, ligou para o pastor local. Com cuidado, o pastor foi até a casa dele para orar. Confiando em Deus para operar um milagre, o pastor Ibrahim intercedeu pela recuperação completa de Fay.

Deus curou Fay. Essa experiência foi transformadora para o líder muçulmano. A compaixão incondicional demonstrada pelo pastor mudou Fay e toda a sua família, que testemunhou o milagre. Fay recebeu o Senhor como seu Salvador pessoal. Toda a sua família o seguiu.

O acontecimento teve um impacto significativo em toda a comunidade. Ao ver o testemunho de Fay e os frutos produzidos pelo homem liberto, muitos muçulmanos abandonaram o islamismo para aceitar a Jesus Cristo. A comunidade, antes enfurecida a agressiva, estava sendo transformada.

Isso abriu uma porta para que começasse a existir perseguição em Rafal. Agora, como acontece com muitos cristãos, foram negados seus direitos básicos. Eles não podiam negociar com os outros moradores, e isso fazia com que eles passassem fome. Todos os dias, Fay e sua família são confrontados por ameaças e intimidações. A comunidade muçulmana parece desprezar a presença de cristãos.

No entanto, esses cristãos continuam a demonstrar fé em Cristo e estão determinados a ser testemunhas fieis do evangelho. É o desejo do coração deles exercer uma influência em sua comunidade, para que o pequeno número de cristãos em Rafal se torne uma multidão.

Os cristãos de Rafal pedem que seus irmãos em todo o mundo se unam a eles em oração e fé. Ore para que eles tenham perseverança em meio à perseguição, e principalmente para a salvação dos que estão perdidos.

Tradução: Missão Portas Abertas

Fonte: Portas Abertas

http://www.portasabertas.org.br/noticias/noticia.asp?ID=6356

quinta-feira, 15 de julho de 2010

O que pedir (ou não) a Deus


Eu percebo que muitas pessoas tem a impressão errada de Deus, em vários sentidos e aspectos. Especialmente quando se trata de pedir as coisas a Ele, assunto que tenho estudado bastante ultimamente, parece que a distorção é ainda maior.

Deus é soberano e age como quiser, quando quiser e da forma que quiser, sem precisar prestar contas a ninguém – e de fato raramente o faz. Ainda assim, quando o faz, é por que quis e não por que precisava.

Os desafios virão, as tentações virão, os problemas virão. É inerente ao mundo em que vivemos. Nem Jesus pediu que seus mais próximos fossem tirados disso, apenas poupados da ação do mal. Note bem: da ação do mal, nem da exposição a ele. O mal virá, mas a oração de Jesus é para que os seus sejam guardados (poupados) de serem atingidos por ele.

Tenho visto muitos orando para Deus conceder paciência, mas não aceitam desaforo e não se deixam aperfeiçoar. Pedem santidade mas não fogem da tentação. Pedem para prosperar mas não querem estudar ou trabalhar mais. Oram para que Deus lhes dê saúde mas se alimentam mal e não se exercitam. Pedem que Deus ouça suas orações mas apenas pedem e nunca adoram e agradecem. Cantam “eu te amo Jesus” com seus lábios mas não dizem “eu te amo Jesus” com sua obediência.

Infelizmente isso é receita de fracasso, pois Deus nunca prometeu que as coisas seriam dadas num passe de mágica. Para ter caráter é preciso ser forjado. Para ser homem é preciso ter sido menino. Não temos promessa de ser tirados deste mundo ou isentado de experimentar o mal. A promessa, ou a oração de Jesus neste texto específico, é de que seríamos guardados da ação do mal. Não ser atingido é diferente de não ser exposto.

Se você quer ser abençoado, cuidado com o que pede para Deus. Às vezes a gente pede uma colheita e Deus no dá um campo e um saco de semente.

“Pai, obrigado por que teu agir não se prende na lógica deste mundo, Tu és soberano no céu e na Terra. Ensina-me a entender o que a Tua Palavra me ensina para que eu alcance graça e conhecimento diante de Ti.”

Mário Fernandez

terça-feira, 13 de julho de 2010

Dois motivos para preocupação


Primeiro Motivo:

Aos pais será proibido dar palmadas no filho, mesmo que seja para educá-lo, discipliná-lo ou para corrigi-lo.

Em poucas horas, o Presidente Lula assinará um decreto que proibe os pais de darem palmadas nos filhos. O que diz a Bíblia?

"Não retires a disciplina da criança; pois se a fustigares com a vara, nem por isso morrerá." (Provérbios 23:13)

"Mas, se estais sem disciplina, da qual todos são feitos participantes, sois então bastardos, e não filhos". (Hebreus 12:8)

Imagine, seu filho pequenininho, ao ver uma pessoa idosa na rua, começar a zombar dela, falando todo tipo de palavrão. O que você faria? No meu caso, daria um bom tapa na boca, para aprender a nunca mais falar assim a respeito das pessoas.

Ou então, seu filho adolescente, que cresceu sem disciplina deste pequeno, te ameaçar com uma faca. Mais uma vez, o que você faria?

Nos dois casos é preciso agir, ou a coisa pode desandar e piorar tanto para você como para seu filho.

Vou dar um exemplo de que a disciplina dos pais pode ser proveitosa para a criança e adolescente: EU!

Quando criança, aprontei muitas coisas, e apanhei várias vezes, levei várias palmadas, cintadas e puxões de orelhas de meus pais. Fiquei revoltado? Na hora sim, muito normal, mas no futuro percebemos o quanto tem sido útil para nós as palmadas que nossos pais nos davam.

Agradeço a meus pais pelas lições que eles me deram durante minha infância e adolescencia. Sem a disciplina deles, eu não seria a pessoa que hoje sou.

As palmadas dadas pelos pais com motivos de disciplina, correção e amor não podem ser confundidas com espancamento, que é uma prática feita com ódio ou intenções malígnas.

Coitados dos professores que terão que lidar com crianças e adolescentes sem disciplina, já que nada poderão fazer por estarem de mãos amarradas.

Coitados dos pais e mães que terão que aturar as consequencias de criar os filhos sem rédeas, porque, depois dos dezoito anos, nada mais poderão fazer.

Agora, eu pergunto a você:

Você é a favor ou contra esta lei que proibe as palmadas dos pais, para educar, disciplinar, corrigir e ajudar os filhos?



Segundo motivo:

Aprovado no congresso o "divórcio relâmpago"

Com essa Proposta de Emenda Constitucional aprovada, vai chover divórcios por qualquer motivo, os mais banais possíveis.

O que a Bíblia diz?

"E ACONTECEU que, concluindo Jesus estes discursos, saiu da Galiléia, e dirigiu- se aos confins da Judéia, além do Jordão; E seguiram-no grandes multidões, e curou-as ali. Então chegaram ao pé dele os fariseus, tentando-o, e dizendo-lhe: É lícito ao homem repudiar sua mulher por qualquer motivo? Ele, porém, respondendo, disse-lhes: Não tendes lido que aquele que os fez no princípio macho e fêmea os fez,E disse: Portanto, deixará o homem pai e mãe, e se unirá a sua mulher, e serão dois numa só carne? Assim não são mais dois, mas uma só carne. Portanto, o que Deus ajuntou não o separe o homem. Disseram-lhe eles: Então, por que mandou Moisés dar-lhe carta de divórcio, e repudiá-la? Disse-lhes ele: Moisés, por causa da dureza dos vossos corações, vos permitiu repudiar vossas mulheres; mas ao princípio não foi assim. Eu vos digo, porém, que qualquer que repudiar sua mulher, não sendo por causa de prostituição, e casar com outra, comete adultério; e o que casar com a repudiada também comete adultério". (Mateus 19:1-9)

Prepare-se, mulher casada: seu marido pode pedir o divórcio pelo simples fato de tomar café amargo, só porque você esqueceu de colocar açúcar.

Prepare-se, homem casado: sua mulher pode pedir o divórcio pelo simples fato de você se esquecer de abaixar a tampa da privada.

Motivos para separação e divórcio são vários. Jesus condenou o divórcio por qualquer motivo, a não ser por infidelidade (nesse caso, a aliança do casamento foi quebrada por uma das partes, contaminando a união).

Agora, te pergunto se você aprova essa PEC?

Um abraço!

domingo, 11 de julho de 2010

Requisito para entrar no Reino de Deus


"Em verdade, em verdade te digo que quem não nascer de novo, não pode entrar no reino de Deus." (João 3:3)

Simples, não é?

Assim como o evangelho é simples, a salvação também o é.

Me preocupa muito as pessoas achando que o simples fato de crer em Deus as fazem aptas a entrar no reino .

Outras acham que o simples fato de frequentar uma igreja também as fazem aptas a ser cidadãs do reino.

Não é assim.

O primeiro e principal requisito é nascer de novo. Morrer para o mundo e viver para Deus. Abandonar as obras infrutuosas das trevas e obedecer a Deus.

O preço que pagamos é o arrependimento. O perdão é dom de Deus.

Por causa dessa simplicidade é que o mundo não aceita este requisito. É simples demais. É preciso fazer um sacrifício muito grande. Equivalente a padecer na cruz como Jesus. Mas de que adianta morrer na cruz se não houver arrependimento? De que adianta padecer como pecador se não há arrependimento?

É melhor padecer como cristão arrependido do que como um pecador sem arrependimento.

Deus faz as coisas de maneira simples. Nem precisa fazer malabarismos para chamar nossa atenção, não precisa de holofotes, não precisa de bandas de rock, forró, axé, nem de pagode.

O chamado de Deus é simples:

"Vinde a mim todos vós que estais cansados e sobrecarregados e eu vos aliviarei. Tomai sobre vós o meu jugo, e aprendei de mim, porque sou manso e humilde de coração, e encontrareis descanso para as vossas almas. Pois o meu jugo é suave e o meu fardo é leve" (Mateus 11:28-30)

"Deus amou o mundo de tal maneira que deu seu filho unigênito, para que todo aquele que nele crê não pereça, mas tenha a vida eterna". (João 3:16).

Um grande abraço!!!

Fernando

Só Depende de Você - Banda & Voz



Eu sei que tem aqui pessoas
Que querem receber
Alguma coisa boa
Estão cansados de sofrer
Então eu falo agora
Você não veio aqui em vão
Acalme seus anseios 2X
Deus ouviu sua oração
Mesmo se a força, a esperança
Tudo acabar
Não se desespere
A vitória é certa
Pode acreditar
Quando Ele está com você amigo, amigo
Tudo pode acontecer
Pois Ele cuida e nada impede
Tem todo o Poder
Mesmo se...
Final- Ter vitória só depende de você

quinta-feira, 8 de julho de 2010

Muçulmanos decepam braço de professor cristão



ÍNDIA (26º) - Um grupo de criminosos desconhecidos deceparam a mão e o braço direito de um professor universitário, acusado de difamar o profeta Maomé. O fato ocorreu neste fim de semana em Muvattupuzha, distrito de Ernakulam. Sajan K. George, presidente da organização Global Council of Indian Christians condena esse ato bárbaro e relembra que a sharia não é a lei da Índia.

De acordo com a polícia, o professor TJ Joseph estava voltando com sua família do culto de domingo quando um grupo em uma van o fechou, quando já estava perto de sua casa. Após forçar Joseph a sair do carro, eles o atacaram com facas e espadas, e então deceparam a mão e o braço direito do cristão.

O professor foi levado imediatamente ao hospital em Muvattupuzha, e então foi transferido para outro local, especializado em cirurgias de reconstituição, onde os médicos tentaram implantar a mão de Joseph. O professor também sofreu ferimentos graves em seu corpo, e precisa de cirurgia Plástica.

Joseph, professor da Universidade Newman, estava em liberdade condicional. Em março, ele preparou uma prova para seus alunos que, de acordo com os muçulmanos, continha perguntas ofensivas a Maomé.

Devido a uma série de protestos de grupos muçulmanos, ele foi suspenso da escola. Mais tarde, Joseph se desculpou publicamente por seu “erro inconsciente”. A mãe do cristãos conta que seu filho continuou a receber ameaças.

Enquanto isso, a polícia encontrou a van dos criminosos, vazia, e o “número de registro do veículo é falso”. Um dos presos é ativista da Frente Popular da Índia, um grupo de direita antes chamado de Frente de Desenvolvimento Nacional, muito forte em Kerala.

A irmã de Joseph, Mary Stella, afirma que os “criminosos destruíram a janela do carro e pularam em seu irmão para matá-lo”, ela conta. “Minha pobre mãe, que estava no carro conosco, testemunhou o crime”.

O ministro da educação, M. A. Baby, condenou o acidente, expressando seu desagrado pois uma simples pergunta de prova foi transformada em um conflito religioso.

Sajan K. George quer que a justiça seja feita o mais rápido possível, e espera que “a queixa não desapareça dos registros da polícia por causa de ameaças de muçulmanos em Kerala”.

Tradução: Missão Portas Abertas

Fonte: Asianews

Thalita - Parte 2


"E, tomando a mão da menina, disse-lhe: Talita cumi; que, traduzido, é: Menina, a ti te digo, levanta-te." (Mateus 5:41)

Talita, no aramaico, significa filhinha, menina.

Jesus, quando viu a família sofrendo, e não querendo que ela sofresse mais do que pode suportar, resolveu visitar Thalita no hospital.


Lá o Senhor Jesus permaneceu junto de Thalita, talvez contando historinhas, talvez revelando seu futuro, talvez chamando-a para ser alguém importante no Reino.

Jesus jamais abandona os seus, e com Thalita não seria diferente.

Thalita amava o Senhor, e sempre que pode, cantava-lhe hinos na sua vozinha tão doce e suave.


Com a presença do Senhor no hospital, Thalita recuperou as forças. Sua saúde melhorou e já estava pronta para voltar para casa.
Jesus lhe disse:

-- Thalita, cumi. Thalita, levante-se, vamos para casa.

Thalita passou 6 dias no hospital. Graças a Deus, nenhuma sequela. Apenas uma pequena dificuldade para mover o braço direito. Mas ela continua uma menina doce, esperta e supertranquila.


Voltou para casa na última segunda feira. E já foi receber as pessoas na porta. Seu maior desejo era ganhar uma Bíblia, segundo me contou sua professora que prontamente lhe deu de presente.


A família agradece a Deus pela recuperação de Thalita e a todos os irmãos e amigos pelas orações e pelo apoio.

Eu também agradeço a todos que puderam transmitir a primeira parte desta história a todos os seus contatos, fazendo com que mais pessoas pudessem orar pela recuperação de Thalita.

Deus abençoe a todos!


Fernando

sábado, 3 de julho de 2010

Thalita


Thalita é uma menina de doze anos. Ela é doce, esperta e supertranquila. A mais velha de três filhos. Seu irmão do meio tem sete e o mais novo três anos.

Há dois anos, o pai de Thalita ficou cego em decorrência do diabetes, antes ele vendia salgados nos pontos de ônibus para sustento de sua família. Agora, com a cegueira, parou de trabalhar.

Sua mãe trabalha três vezes por semana na casa de um parente, e ganha muito pouco por isso.
Enquanto a mãe trabalha, Thalita cuida dos irmãos e do pai cego, mas quando Thalita e o irmão do meio vão para a escola, o pai cego e o irmão menor, que é bem levado, ficam sozinhos até a mãe chegar, provavelmente, por volta das três horas da tarde, somente pelos cuidados de Deus.

Thalita gosta de cantar alguns hinos infantis no grupo infantil da igreja. Como Thalita é uma criança inteligente e esperta, não quer mais participar das aulas com as crianças da sua idade, mas de outra classe com pessoas mais velhas que ela.

Thalita teve problemas na infância, menstruou aos seis anos e sua mãe a levou ao médico o qual receitou remédios para que a menstruação parasse. Provavelmente, por causa desses remédios, Thalita sofreu um derrame.

Agora, Thalita encontra-se no hospital, sob cuidados médicos.

Meu pedido é que todos que tiverem conhecimento desta história, orem para que não ela tenha sequelas.

Aos irmãos que puderem ajudar esta família que passa por várias provações, enviando cestas básicas ou qualquer tipo de ajuda, deixo o endereço para que a ajuda chegue o mais rápido possível:


Igreja Assembléia de Deus - Pastor Júlio Alves de Sena

Rua Hidelfonso Borges Pereira, 126 - Bairro do Tinguá

CEP: 26383-115 - Queimados - RJ


Ou

Andrea Fernandes (professora de Thalita, que me contou a história)

Rua Hidelfonso Borges Pereira, 23 - Bairro do Tinguá
CEP: 26383-115 - Queimados - RJ
Tel: (21) 8748-5966

Deus abençoe a todos!


Fernando

quinta-feira, 1 de julho de 2010

Professor cristão é agredido por alunos muçulmanos

PAQUISTÃO (14º) Estudantes muçulmanos atacaram um professor cristão na Universidade de Peshawar depois que ele se recusou a se converter ao islã.

O professor de psicologia Samuel John, pai de quatro crianças que dava aulas na universidade Khyber-Pakhtunkhwa há 12 anos, conta que enquanto saía de sua casa no campus da universidade às 8h30, cerca de 20 alunos o atacaram.

“Eu gritei por socorro, mas ninguém veio me ajudar”, conta.

Quando sua esposa soube o que havia acontecido, ela correu para ajudá-lo, mas os estudantes também a agrediram. John e sua esposa foram levados para o hospital Lady Reading, onde receberam tratamento para seus ferimentos, com John em situação crítica.

“Eu ainda recebo muitas ameaças. Eles dizem: ‘Aceite o islamismo ou deixe a universidade. Se você não se converter, mataremos sua família.’.”

A polícia se recusou a registrar um Boletim de Ocorrência.

Um grupo de estudantes havia visitado sua casa no dia 15 de maio.

“Eles disseram: ‘Você é um bom professor, e um bom ser humano. Por favor, se converta ao islamismo e providenciaremos tudo o que você precisar’. Eu fiquei surpreso, e disse: ‘Por que vocês querem que eu me converta? Eu sou cristão, e Jesus Cristo é o meu Salvador – Ele provê tudo o que eu preciso’.”

Um dos alunos ficou nervoso, e disse: ‘Não se esqueça que você é um pai de família’, conta John. “Eu disse ‘Eu não tenho medo de ninguém, Deus protegerá a mim e a minha família’.”

Ele relatou a situação para o reitor, mas o oficial não pôde fazer nada, pois os estudantes muçulmanos são apoiados por partidos políticos e grupos islâmicos poderosos.

A família do professor ficou preocupada, e outros professores falaram em iniciar uma greve em apoio a John, exigindo um pedindo de desculpas dos alunos que o ameaçaram.

No entanto, nenhuma ação foi tomada contra ninguém. John enfrentou diversas formas de agressão por diferentes grupos de alunos muçulmanos que atiraram pedras em sua casa, enviaram cartas ou fizeram ligações com ameaças.

John acabara de ser homenageado com um prêmio por seus grandes resultados nas universidades de psicologia na província. Professores e alunos muçulmanos ficaram muito incomodados por um professor cristão receber tanta atenção, afirmam fontes.

Tradução: Missão Portas Abertas

Fonte Compass Direct

http://www.portasabertas.org.br/noticias/noticia.asp?ID=6327