Ótimos títulos

quinta-feira, 14 de outubro de 2010

Reforma, uma necessidade constante


A Reforma não foi um desvio do cristianismo primitivo, mas uma volta a ele. A igreja havia se desviado das veredas da verdade e a Reforma foi um movimento para colocar a igreja de volta nesses trilhos. Um dos lemas da Reforma era: “Igreja Reformada, sempre reformando”. O que isso significa? Não significa certamente que a igreja precisa ir se amoldando à cultura prevalecente de cada época e sim que a igreja precisa voltar-se continuamente às Escrituras para não se conformar com a cultura prevalecente de cada época. Não é a cultura que julga as Escrituras, mas as Escrituras que julgam a cultura. O primeiro pilar da Reforma foi “Só as Escrituras”.

Muitas igrejas herdeiras da Reforma, seduzidas pelo encanto das filosofias engendradas pelo enganoso coração humano, afastaram-se daquelas verdades essenciais da fé cristã e capitularam-se às novidades heterodoxas. Queremos, aqui, apontar alguns desses desvios:

1. A doutrina sem vida. A Reforma trouxe não apenas uma volta à Palavra, mas, também, uma volta à piedade. Uma das exigências dos puritanos era: doutrina pura e vida pura. Não podemos separar a doutrina da vida, a teologia da prática, a ortodoxia da piedade. A vida piedosa é consequência da sã doutrina. Uma igreja trôpega na Palavra jamais estará na vanguarda da luta pelo restabelecimento dos valores morais absolutos.

2. A vida sem doutrina. Se a doutrina sem vida deságua em racionalismo estéril, a vida sem doutrina desemboca em misticismo histérico. Esse foi o equívoco do Pietismo alemão do século dezoito, que cansado da doutrina sem vida, foi para o outro extremo e pleitiam vida sem doutrina e acabou caindo num experiencialismo heterodoxo. Há muitos indivíduos que, em nome da fé evangélica, deixam de lado as Escrituras e buscam uma espiritualidade edificada sobre o frágil fundamento das emoções. Buscam experiência e não a verdade. Buscam uma luz interior e não a luz que emana da verdade de Deus. Correm atrás de gurus espirituais, guias cegos, que arrastam consigo, para o abismo do engano, seus incautos seguidores.

3. O liberalismo teológico. O liberalismo teológico nasceu do ventre do racionalismo iluminista. O homem, cheio de empáfia, decidiu que só poderia aceitar como verdade o que a razão humana pudesse explicar. O resultado imediato foi a negação das grandes doutrinas do cristianismo como a criação, a redenção e a ressurreição. A Bíblia foi retalhada, mutilada e torcida. Os seminários que outrora formaram teólogos de renome e missionários comprometidos com a evangelização dos povos foram tomados de assalto por esses liberais e muitos pastores formados nesses seminários despejaram esse veneno mortífero dos púlpitos nas igrejas e o rebanho de Deus, desorientado e faminto do pão da Vida, foi disperso. Há milhares de igrejas mortas pelo mundo afora, vitimadas pelo liberalismo teológico. Precisamos entender que a verdade de Deus é inegociável. A igreja que abandona a sã doutrina morre.

4. O sincretismo religioso. O Brasil é um canteiro fértil onde floresce o sincretismo religioso. Mais e mais igrejas aderem a essa prática para atrair pessoas. Templos lotados e multidões sem conta se acotovelam em grandes concentrações públicas para buscar um milagre, uma cura ou uma experiência que lhes mitigue a angústia, que só o evangelho de Cristo pode oferecer. Precisamos de uma nova Reforma que traga de volta a igreja para a Palavra. Precisamos de seminários que não se dobrem à sedução dos liberais nem se entreguem ao pragmatismo ávido por resultados. Precisamos de pastores que amem a Cristo e sejam fiéis às Santas Escrituras para alimentar o rebanho de Deus com o trigo da verdade em vez de empanturrá-lo com a palha do sincretismo religioso. Precisamos de uma igreja bíblica, viva, santa, cheia do Espírito, alegre, vibrante e operosa. Uma igreja herdeira da Reforma e continuadora da Reforma!


Rev. Hernandes Dias Lopes

terça-feira, 12 de outubro de 2010

Autor da Minha Fé - Grupo Logos

Uma das músicas mais lindas que eu já "ouvi" (meus ouvidos espirituais ouvem melhor!)





Oh Pai, eu queria tanto ver o meu Senhor descer vindo me encontrar;
Eu posso até imaginar a refulgente glória, do senhor Jesus.
Transpondo as brancas nuvens, no mais puro azul,
Onde nem sul, nem norte existirá.
E em meio a lágrimas, sorrisos de alegria e de prazer
Eu que era cego, agora posso ver, contemplar, contemplar enfim...
Por isso eu canto glória.

Coro
Glória, glória, ao autor da minha fé
Glória, glória, ao autor da minha fé

Oh Pai, eu queria tanto, tanto ouvir o som que vai abrir,
O encontro triunfal.
Rever amigos que, um dia em Cristo foram, feitos meus irmãos.
E agora sim, podemos dar as mãos, pois temos todos um,
Somente um, um só Senhor.
E eis o consolo que envolve a minha vida, o meu senhor Jesus
Que foi morto sim, naquela cruz,
Voltará, voltará enfim...
Por isso eu canto glória.

Coro
Glória, glória, ao autor da minha fé
Glória, glória, ao autor da minha fé

Glória ao Senhor (Aleluia)
Glória ao Senhor (Aleluia)
Glória ao Senhor (Aleluia)
Autor da minha fé (Aleluia)
Glória ao Senhor...

sexta-feira, 8 de outubro de 2010

Filipinos acusados de proselitismo têm liberdade condicional


ARÁBIA SAUDITA (3º) - As autoridades sauditas concederam liberdade condicional a 12 trabalhadores migrantes cristãos católicos filipinos. Eles foram detidos em 01 de outubro, em Riade, a maior capital da Arábia Saudita, juntamente com 11 outros compatriotas – liberados em 03 de outubro - enquanto participavam de uma reunião com 150 estrangeiros celebrada por um sacerdote francês.


Atualmente os filipinos foram confiados aos seus empregadores e representantes da embaixada em Manila, na Arábia Saudita e negociam com as autoridades sobre o seu repatriamento. O destino das demais pessoas presentes na reunião permanece desconhecido.

Segundo o funcionário da embaixada das Filipinas, Exxedin H. Tago, os acusados ainda não estão completamente fora de perigo e declara: "Ainda não está claro se o caso foi encerrado. Eles foram acusados de proselitismo e caso as autoridades os considerem culpados, eles podem voltar para a cadeia".

A Arábia Saudita proíbe a construção de igrejas e outros templos não muçulmanos, o uso de símbolos religiosos, ou imagens em residências. A polícia religiosa aumentou o controle para impor essas leis. Só raramente é que o governo permite celebrações religiosas privadas. A disponibilidade de trabalho no país, no entanto, continua a atrair imigrantes dispostos a enfrentar terríveis condições de trabalho, conversões forçadas e abuso sexual.

No início de setembro, uma enfermeira filipina do hospital Kharja morreu depois de ser estuprada e deixada a morte no deserto por seus violadores. Duas semanas mais tarde, também em Riade, três enfermeiras do Hospital da Guarda Nacional foram raptadas e estupradas enquanto voltavam do trabalho,se encontram em estado grave.

Um total de oito milhões de estrangeiros vivem e trabalham no reino. De acordo com o Philippine Overseas Employment Administration 2007-2008 (Administração Ultramarina de Emprego das Filipinas, em inglês, POEA) houve um aumento na migração para o Médio Oriente de 29,5%.

Tradução: Carla Priscilla Silva

Fonte: Asianews

http://www.portasabertas.org.br/noticias/noticia.asp?ID=6567

quarta-feira, 6 de outubro de 2010

Igrejas domésticas são fechadas no norte da Síria


SÍRIA (41º) - A International Christian Concern (ICC) tem conhecimento de que pelo menos oito igrejas evangélicas no norte da Síria foram fechadas por ordem do Governo sírio.

O fechamento das numerosas "igrejas domésticas" aconteceu porque o governo considerou inadequados os locais usados para reuniões. Muitas congregações na Síria não têm dinheiro para comprar um terreno e construir uma igreja, então, em vez disso, compram um apartamento e o transformam em um local de culto. No entanto, durante os últimos meses, o governo aplicou uma lei estabelecendo que as congregações se reunissem somente em edifícios que se assemelham a uma igreja.

Muitos cristãos sírios acreditam, porém, que isso é uma “desculpa legal” do governo para o fechamento das igrejas, sendo apenas um disfarce para uma ofensiva mais ampla contra as atividades cristãs evangélicas na Síria. "Os cristãos sírios ativos na fé sabem que são vigiados de perto e que o governo espera ter uma desculpa para reprimi-los", disse um cristão sírio à ICC. "O governo tem como alvo todas as atividades religiosas que são consideradas "extremas" - De extremistas muçulmanos para os cristãos... Acredita-se que o governo tem recebido relatórios dos ortodoxos e determinadas denominações, bem como da polícia secreta e certas congregações muçulmanas."

Em uma carta publicada no site do analista político e escritor cristão árabe Joel Rosenberg, ele explicou: "Nossos irmãos e igrejas na Síria necessitam urgente de orações. O governo fechou oito igrejas evangélicas nas últimas duas semanas. Todas elas são do norte da Síria: Lattakia, Tartous, Homs e Wadi Al-Nasara. Algumas das igrejas em Damasco e Aleppo sabem que sua vez [de fecharem] chegará logo. O governo tem fechado algumas das igrejas Batista e da Aliança. Aparentemente, é pela aprovação do Conselho Superior Sírio".

Aidan Clay, gerente regional da ICC no Oriente Médio, disse: "Os cristãos sírios, ao contrário de alguns de seus vizinhos, gozaram de uma relativa liberdade para praticar sua fé. No entanto, a liberdade religiosa na Síria é um ideal delicado, e os cristãos sírios andam em uma situação insustentável para não ofender o governo e perder a sua preciosa liberdade de culto. Preconceitos e falsos relatos marcam a comunidade evangélica com os cristãos sírios ortodoxos e grupos muçulmanos e, caso continue, destruirá o frágil equilíbrio da liberdade religiosa, tão cara aos evangélicos sírios. A ICC pede ao governo sírio para que sustente esse equilíbrio, preservando a tolerância religiosa e protegendo suas minorias religiosas”.


Tradução: Carla Priscilla Silva

Fonte: International Christian Concern

http://www.portasabertas.org.br/noticias/noticia.asp?ID=6543

segunda-feira, 4 de outubro de 2010

O Calvinismo segundo Entendo


Augustus Nicodemus Lopes

Calvinistas estão entre as tradições religiosas mais mal compreendidas da história da Igreja. Sei perfeitamente que alguns deles fizeram por merecer. Há calvinistas que defendem suas convicções sem caridade, gentileza e sensibilidade para com quem diverge. Outros, não conseguem ouvir quem não seja calvinista. Não considero essas atitudes como intrínsecas ao calvinismo. As pessoas são assim porque lhes faltam domínio próprio e humildade, e não porque são calvinistas. Não há nada no calvinismo que exija que calvinistas sejam rudes, intransigentes, mal educados, excessivamente críticos e arrogantes.

Boa parte das acusações que têm sido feitas aos calvinistas, além de serem generalizações injustas, parecem proceder de uma falta de conhecimento adequado do que os calvinistas realmente acreditam. Como não falo por todos, vou dizer o que eu penso sobre alguns desses pontos mais polêmicos.

Para começar, o calvinismo não é um bloco monolítico. Há várias correntes dentro dele. Todas se vêem como legítimas herdeiras do legado de João Calvino, desde presbiterianos liberais até puritanos modernos. Considero-me um calvinista dentro da tradição teológica que elaborou e até hoje mantém a Confissão de Fé de Westminster, muito similar às demais confissões reformadas dos batistas, congregacionais, episcopais e reformados.

1 – Creio que Deus predestinou tudo o que acontece, mas não sou determinista. O Deus que determinou todas as coisas é um Deus pessoal, inteligente, que traçou seus planos infalíveis levando em conta a responsabilidade moral de suas criaturas. Ele não é uma força impessoal, como o destino. Não creio que os atos da vontade e da liberdade humanas sejam mera ilusão e que nossa sensação de liberdade ao cometê-los seja uma farsa, como o determinismo sugere. Eu acredito que as nossas decisões e escolhas são bem reais e que fazem a diferença. Elas não são uma brincadeira de mau gosto da parte de Deus. Os hipercalvinistas são deterministas quando negam a responsabilidade humana ou pregam a passividade dos cristãos diante de um futuro inexorável. Por desconhecer essa distinção, muitos pensam que todos os calvinistas são deterministas e que eles vêem o homem como um mero autômato.

2 – Creio que Deus é absolutamente soberano e onisciente sem que isso, contudo, anule a responsabilidade do homem diante dele. Para mim, isso é um mistério sem solução debaixo do sol. Não sei como Deus consegue ser soberano sem que a vontade de suas criaturas seja violentada. Apesar disto, convivo diariamente com essas duas verdades, pois vejo que estão reveladas lado a lado nas Escrituras, às vezes num mesmo capítulo e até num mesmo versículo! (Ex: Atos 2:23).

3 – Encaro a relação entre a soberania de Deus e a responsabilidade humana como sendo parte dos mistérios acerca do ser Deus, como a doutrina da Trindade e das duas naturezas de Cristo. A soberania de Deus e a responsabilidade humana têm que ser mantidas juntas num só corpo, sem mistura, sem confusão, sem fusão e sem diminuição de ambas.

4 – Creio que Deus predestinou desde a eternidade aqueles que irão se salvar e, ao mesmo tempo, oro pelos perdidos, evangelizo e contribuo para a obra missionária. Grandes missionários da história das missões eram calvinistas convictos. Calvinistas pregam sermões evangelísticos e instam para que os pecadores se arrependam e creiam. Se quiserem um bom exemplo, leiam O Spurgeon que Foi Esquecido, de Iain Murray, publicado pela PES. Nunca as minhas convicções sobre a predestinação me impediram de ir de porta em porta, oferecendo o Evangelho de Cristo a todos, sem exceção. Após minha conversão, e já calvinista, trabalhei como evangelista e plantador de igrejas durante vários anos, em Pernambuco.

5 – Creio que Deus já sabe, mas oro assim mesmo. Sei que ele ouve e responde, e que minhas orações fazem a diferença. Contudo, sei que ao final, através de minhas orações, Deus terá realizado toda a sua vontade. Não sei como ele faz isso. Mas, não me incomoda nem um pouco. Não creio que minha oração seja um movimento ilusório no tabuleiro da predestinação divina.

6 – Não creio que Deus predestinou todos para a salvação. Da mesma forma, não creio que ele foi injusto nem fez acepção de pessoas para com aqueles que não foram eleitos. Não creio que Deus tenha predestinado inocentes ao inferno, pois não há inocentes entre os membros da raça humana. E nem que ele tenha deixado de conceder sua graça a pessoas que mereciam recebê-la, pois igualmente não há pessoa alguma que mereça qualquer coisa de Deus, a não ser a justa condenação por seus pecados. Deus predestinou para a salvação pecadores perdidos, merecedores do inferno. Ao deixar de predestinar alguns, ele não cometeu injustiça alguma, no meu entender, pois não tinha qualquer obrigação moral, legal ou emocional de lhes oferecer qualquer coisa. Penso assim pois entendo que a Queda de Adão veio antes da predestinação na seqüência lógica (não na seqüência histórica) em que Deus elaborou o plano da salvação.

7 – Creio que Deus sabe o futuro, não porque previu o que ia acontecer, mas porque já determinou tudo que acontecerá. Por isso, entendo que a presciência de que a Bíblia fala é decorrente da predestinação, e não o contrário. Quem nega a predestinação e insiste somente na presciência de Deus com o alvo de proteger a liberdade do homem tem muitos problemas. Quem criou o que Deus previu? E, se Deus conhece antecipadamente a decisão livre que um homem vai tomar no futuro, então ela não é mais uma decisão livre. Nesse ponto, reconheço a coerência dos socinianos e dos teólogos relacionais, que sentiram a necessidade de negar não somente a soberania, mas também a presciência de Deus, para poderem afirmar a plena liberdade humana.

8 – Creio que apesar de ter decretado tudo que existe desde a eternidade, Deus acompanha a execução de seus planos dentro do tempo, e se comunica conosco nessa condição. Quando a Bíblia fala de um jeito que parece que Deus nem conhece o futuro e que muda de idéia o tempo todo, é Deus falando como se estivesse dentro do tempo e acompanhando em seqüência, ao nosso lado, os acontecimentos. É a única maneira pela qual ele pode se fazer compreensível a nós. Quem melhor explica isso é John Frame, no livro Nenhum Outro Deus, lançado pela Editora Cultura Cristã. Minha esposa teve o privilégio de traduzir e eu de prefaciar essa obra, a primeira em português a combater a teologia relacional.

9 – Creio que Deus é soberano e bom, mas não tenho respostas lógicas e racionais para a contradição que parece haver entre um Deus soberano e bom que governa totalmente o universo, por um lado, e por outro, e a presença do mal nesse universo. Diante da perversidade e dos horrores desse mundo, alguns dizem que Deus é soberano mas não é bom, pois permite tudo isto. Outros, que ele é bom mas não é soberano, pois não consegue impedir tais coisas. Para mim, a Bíblia diz claramente que Deus não somente é soberano e bom – mas que ele é santo e odeia o mal. Ao mesmo tempo, a Bíblia reconhece a presença do mal do mundo e a realidade da dor e do sofrimento que esse mal traz. Ainda assim, não oferece qualquer explicação sobre como essas duas realidades podem existir ao mesmo tempo. Simplesmente pede que as recebamos, creiamos nelas e que vivamos na cereteza de que um dia ele haverá de extinguir completamente o mal e seus efeitos nesse mundo.

10 – Estou convencido que o calvinismo é o sistema doutrinário mais próximo daquele ensinado na Bíblia, ao mesmo tempo em que confesso que ele não tem todas as respostas. Todavia, estou convencido que os demais sistemas têm menos respostas ainda. Leio autores das mais diferentes persuasões teológicas. Às vezes tenho sido mais desafiado e tenho aprendido mais com livros de outras tradições. Não deixo de ouvir alguém somente porque não é calvinista. Há calvinistas que não são assim. Contudo, é uma injustiça acusar a todos de estreiteza, sectarismo, obscurantismo e preconceito.

Espero ter deixado claro que um calvinista, para mim, é basicamente um cristão que tem a coragem de aceitar as coisas que a Bíblia diz sobre a relação entre Deus e o homem e reconhecer que não tem explicações lógicas para elas. Para muitos, esse retrato é de alguém teologicamente fraco e no mínimo confuso. Mas, na verdade, é o retrato de quem deseja calar onde a Bíblia se cala.

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[Este post é uma versão atualizada de "[Mais de] Cinco Pontos do [Meu] Calvinismo," postado aqui no blog em fevereiro de 2006 pela primeira vez. Achei que seria relevante republicá-lo diante da discussão entre os nossos comentaristas sobre calvinismo. Antes que perguntem: não, não mudei em absolutamente nada de lá para cá, continuo o calvinista de sempre...]

http://tempora-mores.blogspot.com/2010_06_01_archive.html

domingo, 3 de outubro de 2010

Guerra Contra as Mulheres - Norbert Lieth


A guerra não acontece apenas nos campos de batalha. Ela se desenrola em meio à sociedade humana, muitas vezes contra os mais indefesos, como acontece atualmente no Afeganistão.

Principalmente nas regiões controladas pelas milícias do Talibã, as mulheres são sistematicamente oprimidas. Elas são obrigadas a se cobrirem completamente (de modo mais extremo que no Irã e na Arábia Saudita). Reportagens abaladoras na mídia revelam essa dura realidade: as meninas e moças são proibidas de freqüentar a escola, às mulheres é vedada a prática de suas profissões, etc.

Quando somos confrontados com esses fatos, perguntamo-nos onde estão as organizações de direitos humanos, sempre tão prontas a acusar e condenar Israel. Onde ficam as resoluções da ONU condenando as práticas desumanas a que são submetidas as mulheres muçulmanas? Onde estão as vozes das feministas, que deveriam estar protestando em altos brados contra uma discriminação tão flagrante?

O Dr. Nadeen Elyas, líder do Comitê Central dos Muçulmanos da Alemanha, disse: “O islã é praticável. O Corão não me proíbe nada, ele apenas quer me proteger...” Será que esta é a proteção do islã: proibir as jovens de freqüentar a escola ou impossibilitar as mulheres de exercer suas profissões?

O fundamentalismo islâmico tornou-se um verdadeiro flagelo para muitas pessoas. Ele rouba-lhes a liberdade e impõe-lhes um jugo insuportável.

“Maridos, vós, igualmente, vivei a vida comum do lar, com discernimento; e, tendo consideração para com a vossa mulher como parte mais frágil, tratai-a com dignidade, porque sois, juntamente, herdeiros da mesma graça de vida, para que não se interrompam as vossas orações” (1 Pedro 3.7).

A Bíblia, ao contrário, concede-nos verdadeira liberdade em Jesus Cristo. O Filho de Deus derrubou todas as diferenças entre homens e mulheres, entre judeus e gentios, ao consumar a salvação na cruz do Calvário. Por essa razão, Paulo escreveu: “Dessarte, não pode haver judeu nem grego; nem escravo nem liberto; nem homem nem mulher; porque todos vós sois um em Cristo” (Gl 3.28). Quando a Bíblia estabelece ordens e padrões espirituais, isso jamais significa discriminação ou opressão, pois seu alvo é ordenar a vida em família e na igreja: “Porque Deus não é Deus de confusão, e sim de paz” (1 Co 14.33). Aos homens e às mulheres é dito na Palavra de Deus que devem sujeitar-se uns aos outros no temor de Cristo (Ef 5.21). As mulheres devem ser submissas a seus maridos como ao Senhor (v.22). Mas essa submissão não significa servilismo cego, pois aos homens a Bíblia ordena explicitamente que devem amar suas esposas e cuidar delas de maneira muito especial (Ef 5.25,28). Isso é tão importante aos olhos de Deus que a resposta às orações dos maridos está condicionada ao seu amor pelas suas esposas: “Maridos, vós, igualmente, vivei a vida comum do lar, com discernimento; e, tendo consideração para com a vossa mulher como parte mais frágil, tratai-a com dignidade, porque sois, juntamente, herdeiros da mesma graça de vida, para que não se interrompam as vossas orações” (1 Pe 3.7).

Em lugar algum a Bíblia ensina que as mulheres devem sentar-se em lugar separado de seus maridos durante os cultos na igreja. Até mesmo no Antigo Testamento, considerado por muitos como legalista e autoritário, existe a menção de donas de casa repartindo despojos e mensageiras propagando boas-novas (Sl 68.11-12). No Livro de Provérbios, a mulher é louvada por suas grandes responsabilidades. Ali nada lemos sobre opressão, discriminação ou que as mulheres precisam esconder-se e viver constantemente com medo. Pelo contrário, temos a descrição de uma mulher que faz bons negócios, dá ordens, delega tarefas e administra os empregados domésticos. Lemos sobre ela em Provérbios 31.16: “Examina uma propriedade e adquire-a; planta uma vinha com as rendas do seu trabalho.” Em Provérbios 31.24-27 está escrito: “Ela faz roupas de linho fino, e vende-as, e dá cintas aos mercadores. A força e a dignidade são os seus vestidos, e, quanto ao dia de amanhã, não tem preocupações. Fala com sabedoria, e a instrução da bondade está na sua língua. Atende ao bom andamento da sua casa e não come o pão da preguiça.” E em Miquéias 6.4, Miriã é descrita como líder do povo de Israel juntamente com Moisés e Arão: “Pois te fiz sair da terra do Egito e da casa da servidão te remi; e enviei adiante de ti Moisés, Arão e Miriã.” (Norbert Lieth - http://www.chamada.com.br)

Publicado anteriormente na revista Chamada da Meia-Noite, junho de 2001.

Fonte: http://www.chamada.com.br/mensagens/guerra_contra_mulheres.html

sexta-feira, 1 de outubro de 2010

Um alerta de Deus ao seu povo


É Deus quem está falando e falando desde os céus. Salomão está consagrando o templo de Jerusalém, quando escuta este alerta de Deus: “Se o meu povo, que se chama pelo meu nome, se humilhar, e orar, e me buscar, e se converter dos seus maus caminhos, então, eu ouvirei dos céus, perdoarei os seus pecados e sararei a sua terra” (2Cr 7.14). Destacamos, aqui, algumas importantes lições:

1. O povo de Deus precisa se humilhar. A restauração que vem de Deus e emana dos céus começa quando o povo de Deus se humilha. O mundo é impactado e os corações são alcançados quando o povo de Deus se prostra e se humilha sob a mão do Altíssimo. Antes da igreja chamar o mundo ao arrependimento, ela precisa se humilhar diante de Deus. O juízo começa pela Casa de Deus. A igreja só pode levantar-se diante dos homens quando primeiro se prostra diante de Deus. Nada pode ser mais contraditório que um crente soberbo. A soberba é a porta de entrada da ruína. Deus resiste aos soberbos, mas dá graça aos humildes.

2. O povo de Deus precisa buscar a Deus em oração. Quando o homem reconhece sua fraqueza ele confessa a onipotência divina. Só quando nos humilhamos diante de Deus é que aprendemos a verdadeira essência da oração. É o reconhecimento da nossa fragilidade que nos impulsiona a orar. Aqueles que se humilham diante Deus, também o buscam de todo o coração. Aqueles que choram pelos seus pecados, também oram com fervor. A restauração divina vem dos céus sobre uma igreja que ora. A oração abre o caminho da cura, pavimenta a estrada do avivamento e abre as comportas da restauração. Os avivamentos sempre foram precedidos por oração. Mas, que tipo de oração? Não uma oração centrada no homem. Oração não é prioritariamente buscar as bênçãos de Deus, é buscar o Deus das bênçãos. Orar é deleitar-se em Deus por quem ele é mais do que buscá-lo pelo que ele dá. O alvo principal da oração é comunhão com Deus. É deleite em Deus. Orar é intimidade com Deus. É na presença de Deus que existe plenitude de alegria e só na sua destra há delícias perpetuamente.

3. O povo de Deus precisa se converter dos seus maus caminhos. Não poucas vezes o povo de Deus envereda-se por atalhos perigosos, por descaminhos escabrosos e desvia-se das veredas da justiça. Quando aqueles que conhecem a Deus desviam-se da verdade, caem na iniquidade, e praticam os mesmos pecados daqueles que não o conhecem, tornam-se pedra de tropeço, embaraço para os incrédulos e motivo de escândalo no mundo. A igreja de Deus é convocada pelo próprio Deus a voltar suas costas para o pecado e converter-se dos seus maus caminhos. Como resultado do arrependimento da igreja, Deus promete ouvir seu clamor e sarar a sua terra. A santidade é o segredo da vitória na oração e a vitória na oração é o segredo do avivamento e, o avivamento traz restauração para a igreja e salvação para o mundo.


Rev. Hernandes Dias Lopes

terça-feira, 28 de setembro de 2010

Ele é a razão de viver - Som Maior

Pérola da música Cristã Pré movimento Go$pel




ELE É A RAZÃO DE VIVER (Som Maior)

Composição : Indisponível

Álbum : Ele é a Razão de viver


Como crianças sonhamos com o Natal
Presentes para dar e receber
Mas nos esquecemos que o bebe nasceu pra nos salvar
Nos dando seu viver por amor

CORO

Foi para nós que deu o seu viver
Foi para nós o Seu sofre e morrer
Para o mundo perdido poder perceber
Que ele é a razão de viver

Tempos passam aprendemos amar
A sempre ajudar o nosso irmão
Pois um dia Cristo veio se entregar por todos
Foi por amor, só por amor

VOLTA AO CORO

Agora achei razão pra viver
O meu ser completamente entrega ao Deus
Em tudo que eu faça, em tudo que eu diga
Darei a Jesus o meu ser, meu ser

VOLTA AO CORO

http://www.vagalume.com.br/som-maior/ele-e-razao-de-viver.html#ixzz10sLPrmY4

sexta-feira, 24 de setembro de 2010

terça-feira, 21 de setembro de 2010

De mal a pior!



Esta deve ser, a meu ver, a pior eleição de toda a história do Brasil e, talvez, de todo o mundo em todas as épocas.

O nível das campanhas de todos os candidatos tem todo tipo de atrativo. Vale tudo para ser eleito, até mesmo, partir para a baixaria.


Estava eu almoçando, no meu curto período de almoço, quando vi na televisão pregada na parede do restaurante, o horário político obrigatório.

Numa das propagandas, um certo Tiririca, que todos conhecem e que está para ser eleito com maior votação, diz para todos: "Vote no abestado!" Pois é, de abestado o Brasil está cheio!


Quer mais? Veja a Mulher Pera, primeiro, a câmera mostra suas "lindas pernas", sua microssaia, depois seu busto, com os peitos quase saindo para fora, e ela lá, falando naquela vozinha de criança.

Meus Deus... Acabei de saber que ela é analfabeta. Se alguém puder confirmar isso, por favor, me avisem.


"Vote com prazer", disse outra moça numa outra propaganda.

Tem canditado que bate em mulher e na maior cara de inocente, diz que defende a mulher!

Tem pastor que usa até mesmo o nome de Deus para se eleger, se esquecendo que seu chamado de pastor só vai até o curral das ovelhas e não ao covil de ladrões.


Querido leitor, se você está cansado dessa insaniade que se tornou a política no Brasil, sente-se e pense. Não jogue seu voto no lixo. Se você quer que as coisas neste Brasil melhorem, vote em candidatos sérios, verdadeiros e honestos.

Não seja criativo votando em figuras folclóricas que para nada servirão, mas se servirão de nossos impostos para se enriquecerem cada vez mais.


Pense antes de votar nessas figuras. Eleição é coisa séria. Representar o povo exige conhecimento da causa. Exige prestação de contas. Exige, acima de tudo, ser verdadeiro em tudo o que falam e prometem.


Chega de palhaçada!

Vamos verdadeiramente colocar no poder alguém que realmente se importa em representar seus representados.


Deus abençoe seu voto.

Marroquino convertido condenado há 15 anos por sua fé


MARROCOS (37º) - Até o final de dezembro Jamaa Ait Bakrim, 46, completará cinco anos na prisão marroquina Prison Centrale, em Kenitra, a maior do país. Bakrim teve uma conversão cristã sincera e foi condenado há 15 anos por "proselitismo" e destruição "da paz dos outros", em 2005, depois de queimar dois postes localizados em frente a seu escritório privado, numa pequena cidade ao sul de Marrocos.

Os cristãos marroquinos e advogados questionam as duras medidas do estado muçulmano com relação ao homem que ousou falar abertamente sobre Jesus.

"Ele se tornou um cristão e não manteve isso para si mesmo", disse um cristão marroquino e para o canal Al Hayat, identificado apenas pelo primeiro nome, Rachid, por razões de segurança. "Ele compartilhou somente com as pessoas ao seu redor. Em Marrocos, e isso aconteceu comigo, pessoalmente, se você se tornar um cristão pode ser perseguido por sua família. Se você guarde para si, ninguém irá incomodá-lo. Se você compartilhá-lo com alguém e começarem a falar a respeito, é outra história."

Rachid fugiu de Marrocos em 2005 devido à crescente pressão sobre ele e sua família. Ele é um homem procurado em seu país, mas disse que é tempo de as pessoas começam a falar até em nome da Bakrim, a quem disse ter "zelo" por sua fé e fala abertamente sobre isso na prisão.

"Nossos irmãos e irmãs marroquinos sofrem, e nós apenas supomos que as coisas ficarão bem e que de alguma forma mudarão mais tarde por si só", disse Rachid. "Elas nunca mudarão, se não levarmos à atenção internacional".

Autoridades de Agadir acusaram Bakrim de "destruição dos bens dos outros", que é punível com até 20 anos de prisão, e por proselitismo segundo os termos do artigo 220, punido com pena de seis meses a três anos de prisão.

"Jamaa é uma manifestação de uma verdade muito inconveniente para as autoridades marroquinas: há conversões de marroquinos ao cristianismo", disse Logan Maurer, diretor regional norte-americano no grupo de defesa da International Christian Concern (ICC). "O governo quer ignorar isso, suprimir, e quando - como no caso de Jamaa - o problema não quer desaparecer, eles fazem o que podem para silenciá-lo."

O pacto também afirma, no entanto, que "a liberdade de religião ou crenças podem estar sujeitas apenas às limitações previstas pela lei e que são necessárias para proteger a segurança pública, a ordem, a saúde ou a moral ou os direitos fundamentais e liberdades de outrem.”

Entre março e junho autoridades expulsaram 128 cristãos estrangeiros num esforço para limpar o país de qualquer influência externa cristã. Em abril, quase 7.000 líderes religiosos muçulmanos apoiaram deportações, assinando um documento que descrevendo o trabalho dos cristãos em Marrocos como "estupro moral" e "terrorismo religioso".

No mesmo período, as autoridades marroquinas pressionaram marroquinos convertidos ao cristianismo através de interrogatórios, buscas e prisões.

"Eles estão se sentindo muito mal", disse Rachid. "Eles dizem que as coisas estão piorando e não se sentem seguros. Sentem uma grande decepção, e estão deprimidos porque o governo tem colocado todos os tipos de pressão sobre eles.”

Tradução: Carla Priscilla Silva

Fonte: Portas Abertas


http://www.portasabertas.org.br/noticias/noticia.asp?ID=6520

sexta-feira, 17 de setembro de 2010

Neemias, um político que restaurou uma nação


Neemias, um político que restaurou uma nação

Estamos nos aproximando de mais uma eleição em nossa nação. Nesse tempo, as promessas são muitas, os valores morais são poucos e os riscos são enormes. Precisamos de políticos que tenham vocação, preparo e ética. O papel do poder civil é promover o bem e coibir o mal. Não podemos concordar com esquemas de corrupção nem com roubalheira. Não podemos aplaudir aqueles que se abastecem do poder em vez de instrumentalizar o poder para servir ao povo. Não podemos apoiar aqueles que defendem leis contrárias aos princípios de Deus, pois governar contra Deus é laborar em erro e atrair sobre a nação o juízo dos céus. Hoje quero falar sobre um político que fez diferença em sua nação. Na verdade, ele restaurou sua nação. Esse homem é Neemias. Vamos destacar, aqui, algumas verdades a seu respeito.

1. Neemias foi um político que se envolveu com os dramas do seu povo. Ele teve coragem de fazer perguntas acerca dos dramas vividos pelo seu povo e de identificar-se com sua gente. Ao saber que a cidade dos seus pais estava com seus muros derrubados e suas portas queimadas a fogo, pôs-se a chorar. A dor do seu povo era a sua dor. Mas, Neemias foi além. Ele sentiu e agiu. Ele orou e jejuou. Ele buscou a ajuda do céu e do rei para resolver o problema que atingia sua nação. Precisamos de políticos que amem a Deus e ao povo; líderes que se aflijam com o que aflige o povo. Os muros quebrados falavam de insegurança pública e as portas queimadas da falta de justiça nos tribunais. Esses ainda são os problemas que mais nos afligem. Enquanto recrudesce a violência, escasseia a justiça. Sentimo-nos inseguros e órfãos de justiça. Precisamos de políticos que tenham compromisso com Deus e com os homens, de líderes que tenham sentimentos profundos e ações concretas.

2. Neemias foi um político que não se rendeu à sedução do lucro nem às ameaças dos inimigos. Não há vida pública sem lutas internas e externas, sem pressão de um lado e sedução do outro. Multiplicaram-se os inimigos para tentar paralisar a obra que Neemias estava fazendo. A reconstrução da cidade de Jerusalém não interessava aos inimigos dos judeus nem à classe rica, que se utilizava do ambiente de miséria para explorar ainda mais os pobres. Neemias não aceitou parceria dos inimigos nem se intimidou com suas ameaças. Neemias confrontou com ousadia os inimigos de fora e os usurários de dentro. Precisamos de políticos que não se acovardem; que não vendam sua consciência nem calem sua voz diante das seduções do lucro ou da ameaça dos inimigos.

3. Neemias foi um político que motivou e mobilizou o povo para o trabalho. A cidade de Jerusalém já estava a mais de cem anos debaixo de escombros. Reinava a pobreza interna e a zombaria externa. Neemias diagnostica o problema, incentiva o povo, põe a mão na obra e nomeia cada pessoa para o lugar certo, para fazer a obra certa e com a motivação certa. O resultado foi que, mesmo diante dos percalços da obra, em cinqüenta e dois dias, os muros foram reconstruídos, as portas levantadas e a nação restaurada. Precisamos de políticos que conheçam a Deus, amem o povo e façam a obra; políticos que vivam na presença de Deus e estejam junto com o povo na reconstrução da nação.

Rev. Hernandes Dias Lopes

sábado, 4 de setembro de 2010

Saved - Bob Dylan


Saved

I was blinded by the devil,
Born already ruined,
Stone-cold dead
As I stepped out of the womb.
By His grace I have been touched,
By His word I have been healed,
By His hand I've been delivered,
By His spirit I've been sealed.
I've been saved
By the blood of the lamb,
Saved
By the blood of the lamb,
Saved,
Saved,
And I'm so glad.
Yes, I'm so glad,
I'm so glad,
So glad,
I want to thank You, Lord,
I just want to thank You, Lord,
Thank You, Lord.
By His truth I can be upright,
By His strength I do endure,
By His power I've been lifted,
In His love I am secure.
He bought me with a price,
Freed me from the pit,
Full of emptiness and wrath
And the fire that burns in it.
I've been saved
By the blood of the lamb,
Saved
By the blood of the lamb,
Saved,
Saved,
And I'm so glad.
Yes, I'm so glad,
I'm so glad,
So glad,
I want to thank You, Lord,
I just want to thank You, Lord,
Thank You, Lord.
Nobody to rescue me,
Nobody would dare,
I was going down for the last time,
But by His mercy I've been spared.
Not by works,
But by faith in Him who called,
For so long I've been hindered,
For so long I've been stalled.
I've been saved
By the blood of the lamb,
Saved
By the blood of the lamb,
Saved,
Saved,
And I'm so glad.
Yes, I'm so glad, I'm so glad,
So glad, I want to thank You, Lord,
I just want to thank You, Lord,
Thank You, Lord.


Salvo

Eu estava cego pelo diabo,
Nascido já em ruínas,
Pedra-fria morto
Como eu pisei fora do útero.
Por Sua graça eu fui tocado,
Por Sua palavra fui curado,
Por Seu lado eu tenho sido entregue,
Por Seu espírito fui selado.

Eu tenho sido guardado
Pelo sangue do cordeiro,
Salvo
Pelo sangue do cordeiro,
Salvo,
Salvo,
E eu estou tão contente.
Sim, eu estou tão feliz,
Estou tão feliz,
Tão contente,
Quero agradecer a Vós, Senhor,
Eu só quero agradecer-te, Senhor,
Obrigado, Senhor.

Por Sua verdade eu posso estar de pé,
Por sua força eu aguento,
Por Seu poder Eu tenho sido levantado,
Em Seu amor Eu estou seguro.
Ele me comprou com um preço,
Livrou-me do poço,
Cheio de vazio e da ira
E o fogo que queima nele.

Eu tenho sido guardado
Pelo sangue do cordeiro,
Salvo
Pelo sangue do cordeiro,
Salvo,
Salvo,
E eu estou tão contente.
Sim, eu estou tão feliz,
Estou tão feliz,
Tão contente,
Quero agradecer a Vós, Senhor,
Eu só quero agradecer-te, Senhor,
Obrigado, Senhor.

Ninguém para me salvar,
Ninguém ousaria
Eu estava descendo pela última vez,
Mas em Sua misericórdia, eu fui poupado.
Não de obras,
Mas pela fé nEle, que chamou,
Por muito tempo eu fui prejudicado,
Por muito tempo eu estive parado.

Eu tenho sido guardado
Pelo sangue do cordeiro,
Salvo
Pelo sangue do cordeiro,
Salvo,
Salvo,
E eu estou tão contente.
Sim, eu estou tão feliz, estou tão feliz,
Tão contente, quero agradecer a Vós, Senhor,
Eu só quero agradecer-te, Senhor,
Obrigado, Senhor.

quinta-feira, 2 de setembro de 2010

Pastor pede orações em favor de sua igreja

CHINA (13º) - Em 13 de agosto de 2010, após prisão por oficiais do ministério de segurança do Estado, o pastor Wang Dao da igreja Liangren, em Guangzhou, contatou o presidente da ChinaAid, Bob Fu, pedindo sua ajuda para emitir um pedido urgente de oração. Após traduzir o documento, a ChinaAid divulgou a carta na imprensa chinesa no começo da semana.

Leia na íntegra a carta do pastor Wand Dao, pedindo intercessores:

Querido Pastor Bob Fu,

Paz de Cristo! Obrigado por se arriscar na luta a favor dos direitos dos cristãos perseguidos na China, incluindo seu cuidado e ajuda à Igreja Liangren de Guandzhou. Os advogados de defesa que trabalham junto de você são como anjos. Sempre que há uma necessidade para eles, há a sua presença! Por favor, aceite nossa gratidão de coração por você! Que Deus recompense o trabalho duro que você tem feito!

Ás vezes nos sentimos ingênuos e inocentes em acreditar que podemos viver em paz por um tempo, mas os fatos nos dizem que não devemos nutrir qualquer ilusão (sobre nossa situação) para Satanás. Mandarei informações sobre o que temos passado nos últimos dois dias. A mensagem da nossa igreja é: continuem. Por favor, continuem a orar por nós em nossa luta! Emanuel, Deus conosco!

Seu amado irmão em Cristo
Wang Dao
13 de agosto, 2010


“Igreja de Liangren em Guangzhou foi novamente reprimida e expulsa pelas autoridades locais!”

Nos últimos dois dias, o pastor Wang tem sido perseguido em diversas ocasiões em sua casa no vilarejo de Chengzhong pelo esquadrão de proteção da segurança interna, a delegacia de polícia Luopu, e agências do governo.

Em 12 de agosto, cinco pessoas do esquadrão de proteção da segurança interna, liderado pelo funcionário da delegacia de Luopo, Yang, foi à casa do pastor e o ameaçou: caso ele se recusasse a ir para a única igreja reconhecida pelo governo para realizar suas atividades religiosas lá, eles nos expulsariam da casa que alugamos recentemente no vilarejo de Chengzhong.

Depois disso, as pessoas da administração da Imobiliária do comitê Village Party, vieram à sua casa para registrar seus dados pessoais; eles também exigiram que o proprietário instalasse extintores de incêndio, (colocando uma maior pressão financeira sobre ele).

Por volta das 10 horas da manhã de 13 de agosto, Yang e o esquadrão de proteção foram até a casa do pastor Wang para intimá-lo, junto de sua esposa, que não estava em casa no momento. Wang só foi liberado depois do meio-dia. Na delegacia de polícia, o pastor foi seriamente alertado de que não poderia realizar atividades religiosas.

Devido à dura realidade de nossa situação, mais uma vez nos encontramos diante de um dilema, pois não conseguimos encontrar um lugar onde podemos reunir! Entretanto continuamos firmes, crendo na preciosa promessa de Deus: “E providenciarei um lugar para Israel, o meu povo, e os plantarei lá, para que tenham o seu próprio lar e não mais sejam incomodados. Povos ímpios não mais os oprimirão, como fizeram no início.” (2 Samuel 7.10).

Por favor, continuem a orar por nós e também repassem essa mensagem aos irmãos cristãos que conhecem.

Igreja Liangren de Guangzhou


Tradução: Carla Priscilla Silva

Fonte: China Aid Association

http://www.portasabertas.org.br/noticias/noticia.asp?ID=6462

Investimento Espiritual


Fernando Paulo Ferreira

O reino dos céus é semelhante a um tesouro escondido no campo, que um homem, ao descobrí-lo, esconde; então, movido de gozo, vai, vende tudo quanto tem, e compra aquele campo.
Outrossim, o reino dos céus é semelhante a um negociante que buscava boas pérolas; e encontrando uma pérola de grande valor, foi, vendeu tudo quanto tinha, e a comprou. (Mateus 13:44-46)

Atualmente, os crentes estão investindo mais na área material do que na espiritual. Estão trabalhando mais para juntar tesouros na terra, onde a traça corrói e os ladrões minam e roubam.

Na igreja somos ensinados a adquirir carros, casas, para mostrar o quanto somos abençoados por Deus. Somos exortados a encher nossos lares de livros, quadros, televisões, computadores, peças preciosas e outras coisas que perderão o valor no dia do juízo.

É uma pena que o lado espiritual fique de fora. Esquecemos de dar valor às coisas que nos fazem crescer como seres humanos. Esquecemos de investir em nossa própria vida espiritual.

Esquecemos das coisas simples como um passeio a pé no parque, tomar um sorvete com a pessoa que amamos, da sensação do pé descalço em contato com a grama molhada, enfim, esquecemos de tudo.

Esquecemos das coisas mais importantes para nossa vida: a leitura bíblica diária que muito nos enriquece, que acrescenta conhecimento mais duradouro. Que nos ensina a orar, conversar com Deus e ver as maravilhas que Ele fez.

Precisamos dexar de nos preocupar com as coisas materiais. Se tivermos bens em abundância, teremos uma vida espiritual medíocre. Pois os bens em excesso nos tiram do foco principal que é o depender de Deus.

Podemos ter bens, não há nada de errado nisso. Mas não podemos deixar que eles nos absorvam completamente. Só precisamos lembrar que há coisas mais preciosas do que eles, que nos satisfarão completamente.

Invista na sua vida espiritual, separando tempo para a leitura bíblica, oração, louvor, ir à igreja pelo menos duas vezes na semana, conversando com amigos cristãos, falando de Jesus para os que não o conhecem.

Conte a todos o tesouro precioso que você tem em mãos.

sábado, 28 de agosto de 2010

Um Sonho Possível


O filme conta a história de Michael Oher (Quinton Aaron), um jovem negro vindo de um lar destruído, que é ajudado por uma família branca, liderada por Leigh Anne (Sandra Bullock) que acredita em seu potencial. Com a ajuda do treinador de futebol, de sua escola e de sua nova família, Oher terá de superar diversos desafios a sua frente, o que também mudará a vida de todos a sua volta.

O Evangelho em seis minutos - John Piper

Em seis minutos, John Piper, disse tudo o que toda pessoa deveria ouvir

Voto Cristão, Voto Consciente


Hermes C. Fernandes

Mais uma eleição se avizinha e duas opiniões antagônicas e radicais têm sido adotadas por muitos cristãos. Dois extremos que precisam ser evitados para que a igreja não caia no fosso entre a alienação e o comprometimento.

De um lado estão os que se envolvem no processo, apoiando candidatos indicados pela liderança da igreja. Qualquer que ouse questionar é reputado por rebelde.

Do outro lado estão os que defendem o distanciamento da igreja do processo político eleitoral.

Há que se buscar o ponto de equilíbrio. A igreja, enquanto instituição, deve manter-se isenta, permitindo que seus membros exerçam cabalmente sua cidadania. Porém isso não lhe tira a responsabilidade de orientá-los quanto ao uso consciente do direito de votar.

Não confundamos isenção com alienação, nem engajamento com comprometimento.

Uma igreja pode engajar-se no processo de conscientização, desempenhando o papel de agente politizador. Mas jamais deve comprometer-se com qualquer que seja a ideologia, partido ou candidatura, sob pena do prejuízo de seu papel profético.

Cada membro deve ser estimulado a pensar por si mesmo, e fazer suas próprias escolhas. Portanto, a função da igreja é pedagógica, não ideológica.

A despeito disso, um número cada vez mais expressivo de cristãos tem se engajado em campanhas políticas. Uns até movidos por ideais (ainda que ingenuamente), outros por interesses pessoais.

Aproveitando-se disso, candidatos ávidos pelos votos dos fiéis assediam sistematicamente as igrejas durante a época de eleições.

O que para alguns líderes pode ser traduzido como provisão de Deus em tempo de crise, para outros menos ingênuos, tal assédio revela o caráter oportunista e desonesto de nossa classe política, e por isso, deve ser rechaçado.

Para fazer a ponte entre pastores e políticos surge a figura do pulpiteiro, geralmente alguém pertencente ao meio evangélico ou egresso dele, e que domina o evangeliquês. Num País de 46 milhões de evangélicos, o pulpiteiro pode pesar mais para uma candidatura do que o marketeiro profissional.

Mesmo alguns líderes tidos como referência ética no meio, acabam cedendo ao assédio do pulpiteiro. A lógica é simples: se a maioria se beneficia disso, por que ficar de fora? Que mal haveria em aceitar uma oferta generosa para apoiar publicamente um candidato?

Ademais, parece mais simples (e conveniente) apontar um candidato, do que ensinar o povo a votar com consciência.

Não é debalde que durante esta época muitas igrejas concluem suas obras, adquirem equipamento novo de som, ou aquela tão sonhada propriedade para a construção do novo templo. É também nesta época que muitos líderes eclesiásticos desfilam de carro novo, ou anunciam à igreja que depois de tanto tempo de trabalho ininterruptos, finalmente sairá em férias com a família logo após os festejos de fim de ano.
O que está em jogo, afinal?

Não é apenas a postura ética que escorre pelo ralo da conveniência. Um candidato capaz de oferecer propina (este é o nome correto) em troca de votos, do que será capaz depois de eleito?

E mais: de onde ele consegue tanto dinheiro para bancar esta compra de votos no atacado? Que grupos estariam por trás de sua candidatura? Que interesses têm?

Portanto, líderes que se rendem (ou se vendem) às propostas destes políticos estão cometendo traição. Traem seu povo, sua consciência, seus votos ministeriais, e o pior, seu Deus.

Deveriam ler atentamente a advertência proferida pelos lábios do profeta Isaías:

“Os teus príncipes são rebeldes, companheiros de ladrões; cada um deles ama o suborno, e corre atrás de presentes. Não fazem justiça ao órfão, e não chega perante eles a causa das viúvas”. Isaías 1:23

Está na hora de darmos um basta nesta famigerada prática. Púlpito não é palanque, e igreja não é curral eleitoral, mas aprisco das ovelhas de Cristo.

Pastores, preparem-se para prestar contas ao dono da Igreja. Deus não os terá por inocentes. Portanto, “apascentai o rebanho de Deus, que está entre vós, tendo cuidado dele, não por força, mas voluntariamente, não por torpe ganância, mas de boa vontade, não como dominadores dos que vos foram confiados, mas servindo de exemplo ao rebanho. E, quando se manifestar o sumo Pastor, recebereis a imarcescível coroa de glória” (1 Pe. 5:2-4).

Embora reconheçamos a postura antiética e vexatória de muitos líderes no que tange à política, não podemos nos afastar do processo político, mas nos engajar no afã de produzir entre as ovelhas de Cristo uma consciência política sadia e honrosa.

Cidadania celestial e cidadania terrena não são necessariamente excludentes. Como cristãos comprometidos com o futuro da humanidade, precisamos encarnar os valores e princípios do reino de Deus e expressá-los através de nossa conduta no processo político/eleitoral.

Movido exclusivamente por este interesse, resolvemos assumir a responsabilidade pela produção de uma pequena cartilha para os cristãos. Chamamo-la de Cartilha Reinista pelo Voto Consciente, pois não está vinculado a qualquer denominação, e sim aos ideais do Reino de Deus e a sua justiça.


Click aqui para conhecer a cartilha

Fonte: Genizah

http://www.genizahvirtual.com/2010/08/voto-cristao-e-o-voto-consciente.html

Cristã secreta iraniana encontra paz no coração

IRÃ (2º) - “Eu tenho emprego numa cidade muito religiosa do Irã, onde fui forçada a aprender como praticar o islamismo. Fui ensinada de que se queria ser uma boa muçulmana, não teria que rezar 5 vezes por dia, mas desde os 9 anos de idade eu tive que contar quantas orações eu perdi e tinha de fazê-las também. Por muitos anos eu orei muito e cobri todas essas orações. Fiquei muito orgulhosa e pensei ser uma boa pessoa agora, mas eu ainda não tinha paz em meu coração”, compartilha Ziva, uma cristã secreta iraniana, que participa de um seminário de treinamento de discipulado e encontrou descanso no Senhor Jesus.

Antes de sua conversão, Ziva contou a seu esposo que queria se tornar uma pessoa religiosa, mas ele não se agradou; até quis o divórcio. Ele era comunista e não tinha algum interesse por religião. Ela contou aos pais deles que não permitiram ele se divorciar. Ele os ouviu e permaneceu com ela, mas foi um tempo difícil. Mais tarde, ela enfrentou algumas experiências negativas com a religião imã e Ziva desistiu de ser religiosa. “Joguei fora tudo o que tinha do Islã. Meu esposo ficou feliz, desde que sempre me dizia para não ser religiosa, e agora estava certo.”

Oração

Ziva: “Eu li em um livro secular que você pode só sair de casa para orar e perguntar suas questões a Deus. Eu fiz e fui orar todas as noites, durante várias semanas em nosso pequeno jardim. Eu disse a Deus que se ele não me respondesse então eu iria negá-lO.”

Então Deus respondeu minhas orações. “Meu irmãos estava vivendo na Europa e me disse que havia somente um caminho a Deus, através do Senhor Jesus Cristo. Ele me aconselhou a ter uma bíblia, eu tentei, mas demorou um tempo até consegui-la.”

Nesse tempo seu irmão tentou conseguir para Ziva, sua mãe e irmão um visto para visitarem a Europa, mas foi negado diversas vezes. “De repente, após um tempo de silêncio, meu irmão resolveu tentar mais uma vez para minha mãe e eu, apenas para que víssemos o que Deus iria fazer. E olhe o que aconteceu: 3 semanas depois eu tinha o visto em minhas mãos.”

Mãe

Ziva foi um pouco antes de sua mãe na visita a seu irmão na Europa, para ter um tempo de conversar sobre a fé cristã com ele. “Visitamos a igreja iraniana e um grupo nos lares lá. Após três visitas eu abri meu coração a Jesus embora não entendesse tudo. Deus é bom, Ele me ensinou muito e ajudou-me na fé.”

Quando Ziva retornou ao Irã, muitas coisas mudaram em seu coração. “Eu sentia paz, não estava mais doente, não era mais agressiva ou negativa. Minha irmã foi a primeira a me perguntar o que tinha acontecido. Ela tinha problemas consigo mesma e viu diferença em mim.

Igreja

Alguns meses depois, seu irmão convidou-a novamente para ir a Europa e novamente conseguiu imediatamente o visto. Ele escreveu que não teria muito tempo para ele por conta do trabalho, mas no tempo de sobra, estudariam juntos. Ziva: “Três dias antes deu chegar lá ele perdeu o emprego, então teria agora muito tempo para estudar comigo, desde o amanhecer até tarde da noite. Então nossa irmã chegou, o que nos deu menos tempo para estudar. Mas eu estava tão faminta pela Bíblia que começava às 5 da manhã. Minha irmã ficou curiosa pelo jeito que eu estava lendo a Bíblia. Era muito diferente do que minha irmã tinha feito ou ouvido falar antes. Era com tanta alegria. Meu irmão explicou a ela que estávamos lendo com nosso coração. Imediatamente minha irmã também entregou seu coração a Jesus.”

Após isso, outro milagre aconteceu: “Minha irmã é mais nova que eu e na família há muito mais atenção em mim do que nela. Por muitos anos nós não tivemos um bom relacionamento, mas após nossa conversão, nos tornamos muito próximas. Isso surpreendeu nossa mãe, então explicamos a ela que então entregou seu coração a Jesus.

Treinamento

Ziva vai apenas em grupos nos lares e também visita por volta de 30 pessoas em uma base regular. Alguns deles se reúnem como um grupo nos lares, porque são uma grande família. Alguns frequentam um grupo nos lares e outros estão por si. “Eu tenho chamado para evangelismo. Eu sempre quero contar aos outros sobre Jesus, o que fez por mim e que todos podem recebê-los como eu o recebi. Falo individualmente as pessoas. Não sou uma pessoa para grandes grupos. Gosto do “um a um”. O seminário de treinamento me ajudou muito a entender a Bíblia mais e mais em todos os princípios da fé cristã. É maravilhoso fazer parte do seminário de treinamento e estou de olho para participar do próximo. Meu povo tem necessidade da verdadeira fé em nosso Senhor Jesus Cristo. Por favor ore comigo porque muitos iranianos encontrarão Cristo”.


Tradução: Carla Priscilla Silva

Fonte: Portas Abertas

http://www.portasabertas.org.br/noticias/noticia.asp?ID=6466